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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Síndrome de Peter Pan


Pesquisando internet afora descobri que síndrome de Peter Pan é assimilada a coisas ruins. Também conhecida como a síndrome do homem que nunca cresce, é uma doença psicológica caracterizada por comportamentos imaturos negativos, tais como irresponsabilidade, rebeldia e dependência.

Peter Pan é um pequeno rapaz que se recusa a crescer e que passa a vida a ter aventuras mágicas. E síndrome de Peter Pan é apenas mais uma das inúmeras brincadeiras que tenho com uma amiga que, assim como eu, sabe que cresceu, assume todas as responsabilidades chatas da vida adulta, sonha com a independência, é o contrário de rebelde, mas que tem plena consciência de que a infância é a melhor fase da vida! E que não quer abrir mão da inocência que as brutalidades do mundo tentam tirar de nós.

É a patologia das pessoas que apresentam sintomas de adorar uma boa bagunça, não ter vergonha de andar na rua com um balão dos Smurfs que ganhou no McDonald's, dar boas e altas gargalhadas, brincar, comer doce, pregar peça nos amigos, viver imaginando coisas absurdas, assistir desenho animado e se divertir com quase nada. Acreditar que tudo é possível, fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles, ter o dia mais feliz da vida todos os dias. Não esquecer os pequenos detalhes que deixam a vida mais interessante, e que as pessoas insistem em esquecer...

P.S.: Feliz dia das crianças pro Rafa e pro Ícaro, meus dois trenzinhos que me permitem sentir um pouquinho o que é amor de mãe! Pros meus catequisandos, que me tornam criança por duas horas todos os sábados. E pra Teté, minha irmã Peter Pan, que divide comigo a vontade de permanecer criança pra sempre...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

TOP FIVE (Dos personagens da Disney)

É o mês das crianças, eu quero falar de Disney de novo e pronto! A palavra Disney representa o lugar do mundo que eu mais tenho vontade de conhecer, a pessoa que mais admiro e a produtora dos melhores filmes já inventados! E o legal dos filmes da Disney é que, apesar de os personagens principais serem extremamente famosos (Mickey, Cinderela, Aladdin...), os coadjuvantes ganham um destaque que os fazem, muitas vezes, serem os mais legais!



DORY – Pra mim, a melhor invenção desde a chapinha de cabelo! Dory é uma peixinha simpática que graças à sua perda de memória recente se torna amiga de Marlin, o pai do Nemo, e com ele parte pra uma longa jornada em busca do peixinho. Ela é engraçada e sempre solta alguma pérola, e ainda fala baleiês como ninguém!






WOODY – Não há quem descreva melhor o Woody que seu próprio dono, Andy: “Ele é corajoso, como um vaqueiro deve ser... Bondoso, inteligente, mas o que faz dele especial é que ele nunca desiste de você, nunca! Ele sempre estará lá por você, não importa o que aconteça.” Quem não quer um amigo fiel assim?






EDNA MODA – designer de moda excêntrica que desenha figurinos para muitos membros da comunidade de super-heróis, e criadora oficial dos uniformes dos incríveis. Ela não leva em conta somente a estética da roupa em si, mas também seus usos práticos, como qualidades de proteção e alojamento para os poderes do usuário. Um luxo!






JACK SPARROW – Capitão Jack Sparrow! Pirata interpretado por Johnny Depp em Piratas do Caribe. Ele pode ser traiçoeiro, mas sobrevive principalmente usando inteligência e negociação ao invés de armas ou força. Prefere fugir de situações perigosas e luta somente quando não tem jeito, mas tudo com um estilo e atitude que fazem dele a personagem mais caricata que conheço!





TIMÃO – Aquele suricate egoísta e ganancioso amigo do Pumba que criam Simba, o Rei Leão, com o lema “Hakuna Matata”, ou seja, sem preocupações. É um bichinho dramático e engraçado ao extremo!



P.S.: Deixo registrado ainda meu amor por Boo, Mike Wazowski, Chapeleiro maluco, Sr. Fredricksen, Mushu, Gênio e Buzz Lightyear!

domingo, 2 de outubro de 2011

O Rei Leão


Das muitas coisas que me fazem ser grata à minha mãe, uma delas é a paixão por cinema e filmes! Lembro-me de ser muito novinha e acordar aos sábados de manhã e encontrá-la na sala assistindo inúmeros filmes alugados na véspera. Deitava nas pernas dela e assistia tudo que passava, não me importando com o gênero. Quando íamos à casa da minha tia, o ônibus da volta parava num ponto em frente a um cinema. Era o ônibus demorar uns cinco minutinhos (o que não era raro) e já estávamos as duas adentrando naquele mundo sempre mágico pra mim! E numa dessa entradas inesperadas, conheci O Rei Leão. Tinha uns 5 ou 6 anos, mas me lembro de tudo como se fosse ontem, até de como deitei a cabeça no colo da minha mãe pra chorar quando o Mufasa morreu.

Há uns dias atrás descobri que O Rei Leão teria uma exibição especial em 3D. Não pensei duas vezes se ia ou não assistir! Queria ver como seria a experiência de assistir novamente no cinema um filme que vi cerca de 20 anos atrás.

E como boa manteiga derretida que sou, já comecei a chorar assim que o sol começa a nascer na telona (a cena inicial)! Toda aquela sensação maravilhosa que me lembrava ter sentido quando era criança voltou! Não tem nem como explicar! Não tive o colo da minha mãe pra deitar quando o Mufasa morre (provocando novo chororô), mas ver aquela história querida no cinema de novo, reparar a reação das crianças a cada cena (do meu lado estavam dois irmãos – um de 4 anos e um de 2 –  mega fofos que comentavam tudo!), tirar uma tarde pra mim mesma, fez de tudo uma experiência super válida, que não podia deixar de dividir com vocês!

Alguém tem um filme marcante e especial assim?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Os indicados ao Oscar


E então que quando saiu a lista dos indicados ao Oscar eu cismei de ver todos os filmes da categoria que indica os melhores e vim dar uma de crítica hahaha Meus singelos comentários estão longe disso, vim só deixar minha (humilde) visão pra vocês!


127 Horas – Resumo esse filme em uma palavra: Agonia. Agonia que começa com 15 minutos de filme e só termina no último minuto. Agonia que só senti igual no filme Abismo do medo. Prazer: uma claustrofóbica vos fala! E só a ideia de ficar presa me causa aflição. As únicas excursões que não fiz com o colégio foram aquelas que envolviam grutas e cavernas. Mas não estou aqui pra falar de mim, e sim do filme! Baseado numa história real retirada de um livro escrito pelo próprio protagonista, 127 horas é um filme que mostra o acidente sofrido por Aron Ralston em 2003 numa escalada (?) que o deixou preso pelo braço numa pedra por 5 dias (as tal 127 horas), até conseguir escapar em busca de ajuda. Além das imagens do desespero sofrido pelo alpinista (que tem um ótimo senso de humor), o filme ainda traz suas memórias, lembranças e delírios, nos passando lições como: não estamos no controle de tudo, as coisas que nos acontecem são conseqüências dos nossos próprios atos e aquela clichêzinha de como não devemos desistir!


A Origem – Um dos melhores filmes de ficção científica que já vi, se não for o melhor. Uma equipe de espiões, ao invés de roubar cofres e bancos, rouba informações da mente de pessoas ao entrar em seus sonhos. Surge então uma proposta para que seja feito o contrário: ao invés de roubar uma ideia da cabeça da pessoa, que seja implantada uma. Para isso eles elaboram um complexo labirinto de sonhos dentro de sonhos, exigindo ao máximo nossa atenção, criando uma angústia para ver aquela trama resolvida e proporcionando um final conveniente para cada espectador, de acordo com seu próprio sonho!


A Rede Social – Qual foi a maior proeza que você já fez quando estava bêbado e com raiva por conta de um coração recém-partido? Foi assim que se deu o início da maior rede social do mundo – o facebook. Num primeiro momento, Mark apenas desabafa em seu blog. Não contente com isso, cria um programa que consiste em comparar as garotas da faculdade, o que acarreta para sua já nada boa reputação de nerd uma rejeição ainda maior. Porém, Mark consegue chamar a atenção dos ricos e famosos gêmeos Winklevoos, que o convidam para participar da criação de uma rede social exclusiva de Harvard. As ideias de Mark, no entanto, vão além, e com a ajuda financeira de seu único amigo cria o facebook. Uma série de processos se iniciam contra ele, e o final dessa trama todos nós já sabemos! 500.000.000 de usuários de uma empresa cujo valor ultrapassa US$25.000.000.000,00! Facebook me?


Bravura Indômita – Confesso ter deixado esse filme pra assistir por último por simples e puro preconceito. Faroeste. E não me pareceu diferente de outros faroestes já vistos, a não ser pelo fato de uma menina de 14 anos sair em busca do assassino de seu pai para vingar sua morte. Sua maturidade e esperteza chamam atenção mais que qualquer outra coisa, revelando ser ela a possuidora da verdadeira bravura indômita, com determinação suficiente para levar essa vingança até o final! Para quem gosta do estilo, um bom filme.


Cisne Negro – Comecei achando que se tratava de uma doença. Depois de uma mãe super protetora. Passei a achar que era bipolaridade, que não demorou muito pra transformar em múltipla personalidade, e quando por fim cheguei à conclusão que se tratava da história do Lago dos Cisnes dentro do Lago dos Cisnes pasmei. O filme terminou e eu fiquei sem reação! Saí pra dar uma volta e por as idéias no lugar. Desde o primeiro momento mergulhamos no inconsciente de Nina, bailarina super dedicada, porém insegura, infantil e frágil. Ao ser escolhida para ser a rainha dos cisnes, papel principal do balé “Lago dos cisnes”, começa a ser cobrada para libertar seu cisne negro e interpretar o papel de Odile com perfeição, sendo que perfeição tem conceitos diferentes para Nina e Thomas, o diretor. A partir deste momento ela passa lutar contra os cuidados excessivos (e porque não cruéis) de sua mãe, contra seu medo de fracassar e contra uma nova bailarina, que apresenta características mais marcantes do cisne negro. Embalado por Tchaikovsky e envolto de efeitos visuais, é um filme simplesmente fantástico!


Inverno da Alma – O filme trata basicamente do desaparecimento de um traficante numa cidade em que todos (pelo menos todos que aparecem, tirando a polícia) são envolvidos com crime. Fiquei com um nó na garganta durante todo o filme, porque quem sai em busca da solução desse mistério é sua filha, Ree. A garota de 17 anos o faz desesperadamente por tentar salvar sua casa, objeto de fiança da dívida do pai. Com a tomada da casa, o fim da família (dois irmãos menores e uma mãe doente) seria certo. Presente em todas as cenas e bastante focada, a protagonista revela ser muitas mulheres em uma: determinada, corajosa, doce, carinhosa e madura. Diferente dos filmes apresentados por Hollywood, Inverno da Alma é um filme escuro e triste, porém muito belo.


Minhas Mães e Meu Pai – Uma graça! O filme trata de uma família nada convencional (um casal de meio-irmãos adolescentes, filhos de um par homossexual, concebidos graças a uma inseminação artificial de um doador anônimo) encontrando os mesmos problemas e dramas de qualquer outro tipo de família. Tudo começa quando a filha mais velha entra em contato com o pai biológico a pedido do irmão, e o encontro de todas essas personagens desenrola intrigas e descobertas. Com um elenco de peso, Minhas mães e meu pai conquista pela abordagem de temas polêmicos como liberdade sexual e filhos de inseminação de forma leve e natural!


O Discurso do Rei – Um filme que agradou até a atual rainha da Inglaterra, Elizabethh II! A história conta como seu pai, George VI, foi obrigado a assumir o trono depois que seu irmão, Edward, abdicou o título para se casar com uma americana duas vezes divorciada. Porém, o novo rei se via atrapalhado no momento de fazer os discursos por culpa de uma gagueira, e encontra, na busca por uma cura, uma amizade verdadeira com o “terapeuta da fala” Lionel Logue. Em meio a tudo isso, precisa juntar forças para comandar o país na Segunda Guerra Mundial. Um filme que traz cada coisa em seu lugar, impecavelmente: figurino, cenário, trilha, e as atuações sempre brilhantes de Colin Fith e Helena Bonham Carter.


O Vencedor – Deixei pra ver pelo menos esse filme no cinema, e que bela escolha! O vencedor traz a história verídica do boxeador Micky Ward, que percorreu um difícil trajeto até chegar ao título mundial de peso leve, ao lado de seu meio-irmão Dicky, ex-lutador que se tornou treinador após se envolver com drogas e crimes. Depois de um longo tempo (10 anos) apanhando em lutas de boxe arranjadas por sua mãe, Micky toma por estratégia deixar o adversário bater muito e, quando finalmente estiver cansado, dar o golpe final. O filme mostra como essa estratégia usada nos ringues também foi adotada em sua vida, já que depois de muito tempo tolerando sua mãe, Dicky e mais sete irmãs, ele decide revidar e se torna um grande campeão. Chorei (o que não é exatamente uma novidade)!


Toy Story 3 – Sou suspeitíssima pra falar! Em primeiro lugar, porque amo a Disney. Mesmo. Tenho uma coleção de filmes que começou aos seis anos com O Rei Leão, e hoje são pouquíssimos os filmes que não tenho em casa. Os que não assisti então, quase nenhum. Toy Story é um caso a parte da minha paixão! A última parte da trilogia traz uma situação tão simples, banal e que acontece com todo mundo: o momento de decidir o que fazer com seus brinquedos. Mas todo mundo sabe que a relação de Andy com os seus brinquedos não tem nada de simples, muito menos banal. As decisões de ambas as partes, tanto dos brinquedos, quanto a dele, são difíceis de serem tomadas. Eu chorei em várias partes (pra não falar que chorei praticamente o filme inteiro!), por ver aqueles rostos amigos de novo, por ver o crescimento do Andy nos vídeos caseiros, por ver ali emoções tão fortes sentidas pelos brinquedos por coisas tão mínimas (Como quando o Rex fala: “ele segurou em mim”), pelos prováveis destinos que eles terão: sótão, lixo ou creche, e o fato de eles preferirem o sótão (Veja bem!). Abordando todo o imaginário infantil e atingindo a nós adultos (que já tivemos um dia tal imaginação), Toy Story 3 é uma belíssima obra da cada vez mais impressionante Pixar. Merecidíssima indicação!

Façam suas apostas! A minha? Toy Story 3!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Pixar



Há alguns anos atrás esse nome não significava nada. Mas depois do lançamento de Toy Story, em 1995, o nome Pixar só vem aparecendo mais e mais. Segundo a wikipédia, Pixar é uma empresa de animação por computação gráfica recentemente comprada pela Disney. Na minha opinião, falou, falou, e não explicou nem metade.

Em 1995, quando fui ao cinema assistir Toy Story, saí maravilhada. Nunca tinha visto algo tão grandioso no cinema (eu tinha apenas 9 anos). Ganhei a fita de Natal e sabia todas as falas de cor. Hoje, 15 anos depois, arranjei um vizinho de 5 anos que é igualmente maravilhado pelo filme. E sabe as falas igualmente de cor. Enjoada de ver Shrek, que era o filme favorito dele, visto pelo menos 3 vezes por dia, tentei de todas as formas deshrekar o garoto, faze-lo perder esse vício. Não tentei nenhum filme de princesa, óbvio, mas todos os outros da minha coleção foram rejeitados, de Rei Leão a Tarzan. O único que o prendeu foi o tal do Woody. Já chegava lá em casa e logo ia pedindo: Quero ver o Woody.

A pixar faz mais que criar animação por computação gráfica. Faz mais que uma mera parceria com a Walt Disney. Faz sonhos! A trilogia Toy Story é uma amostra de tudo que ela produz. Eu cresci junto com o Andy, conheci de perto como é a Vida de Inseto, e tive a oportunidade de conhecer o dia-a-dia na fábrica de gritos Monstros S.A. Quer história mais incrível que Os Incríveis? Então ta! Que tal Procurando Nemo? Carros? Ratatouille ? Wall-e? UP – Altas Aventuras?

Cada nova estréia parece ser melhor que a anterior. Mas assistindo a anterior, a gente pensa melhor. E então chega a conclusão de que não há como lançar, definitivamente, nada melhor. E eles lançam uma história nova que me encanta (uma advogada de 24 anos), encanta o Rafael (meu vizinho de 5 anos), encanta o Ricardo (meu primo que me sugeriu o tema, de 14 anos), enfim... Wikipédia, vamos rever os conceitos?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

TOP FIVE (Dos filmes de Tim Burton)



Um dos meus cineastas favoritos, Tim Burton é um cara que não merece um Top Five, mas um Top Vinte e Cinco! Qualquer coisa que eu assista de Tim Burton saio pensando: pronto, ele se superou e fez o melhor filme que eu já vi! Mas então ele volta e faz melhor!

Alice no país das maravilhas – meu xodó! A releitura de A fantástica fábrica de chocolate já tinha me impressionado bastante pela criação de um passado para Willy Wonka e um futuro para Charlie. Quando fiquei sabendo que Tim Burton mostraria ao mundo sua versão de Alice no país das maravilhas fiquei em polvorosa! Explico: De todos os sonhos que a Disney trouxe à minha infância, Alice trouxe vários de uma só vez! Me identificava muito, ainda pequena, com a personagem! Li os livros e o nome da minha filha (quando tiver e se tiver) já estava escolhido. Ver as loucuras da cabeça de Alice misturada às loucuras da cabeça de Tim criou em mim inúmeras expectativas, todas superadas!

A noiva cadáver – Fiquei na dúvida de qual colocar aqui: Noiva Cadáver ou O estranho mundo de Jack? Não sei por que cargas d’água assistir A noiva cadáver me dá nostalgia de uma época em que o natal não tinha graça se não passasse na sessão da tarde Esqueceram de mim e o halloween não tinha graça se não passasse na sessão da tarde o estranho mundo de Jack. Escolhi colocar a Noiva Cadáver (já um pouco arrependida) porque adoro o fato de o mundo dos mortos ter mais cor e alegria que o mundo dos vivos, mostrando que a moral rígida e o interesse material colocam limites à nossa vivência e ao nosso prazer!

Edward mãos de tesoura – A primeira vez que vi a dupla Tim Burton e Johnny Depp em ação! E não é a toa que virei fã dessa receita infalível! Em um sonho que se torna realidade para crianças e em um conto de fadas para adultos, Edward, segundo o filme, foi quem deu origem à neve na cidade onde se passa a história, que traz imagens belíssimas e prazerosas de se assistir! O mesmo contraste de cores da noiva cadáver é encontrado aqui, só que de forma inversa. A cidade, colorida demais, e as pessoas, coloridas demais, na verdade são feias por dentro, diferentemente de Edward, que tem um rosto pálido, um castelo escuro e um coração puro e ingênuo! Porém, somos obrigados a conhecer a história toda e despir-nos de nossos preconceitos para descobrir isso.

Sweeney Todd – Simplesmente não canso de ver a história do barbeiro que volta à cidade movido pela vingança e usa sua cadeira da barbearia para assassinar seus clientes enquanto sua parceira pega os restos mortais para fazer famosas tortas. Recheado de personagens feias, tom macabro, músicas e galões de sangue!

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas – o que menos parece ser um filme dele, é o meu favorito! Traz a história das histórias de um grande contador de história que impressiona a todos, menos a seu próprio filho! Tim Burton que, geralmente mexe com nossas emoções das formas mais variadas, mas dificilmente nos arranca uma lágrima, nesse filme provoca aquele aperto no coração ao mostrar que as melhores coisas da vida estão nos momentos mais comuns e corriqueiros!

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