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domingo, 26 de fevereiro de 2012

TOP FIVE (Duetos em séries)


Música é indispensável na vida, nos filmes e nas séries também. Completam as cenas, muitas vezes sendo indispensáveis para cliar o clima necessário, seja pra trazer tensão, seja pra nos fazer rir, seja pra nos fazer chorar. Nas séries, mitas vezes os próprios personangens cantam a música pra trazer o tal clima. Mas bom mesmo é quando eles fazem duetos!

THE BIG BANG THEORY - Sheldon tem uma musiquinha peculiar pra ser cantada quando ele está doente. E Penny teve que aprender a tal musiquinha pra ajudar o amigo nesses momentos! Mas bom bom mesmo foi quando Penny pediu pro Sheldon cantar pra ela... Ops, com ela!



GREY'S ANATOMY - Conheço a doença Alzheimer muito de perto, e ver Dr. Webber cantando pra acalmar a Adele, sua esposa, que estava tendo uma crise por conta de uma memória do passado que ela acreditava ser o presente foi de fazer os olhos encherem de lágrimas...


HOW I MET YOUR MOTHER - Quem assiste how I met your mother e nunca sentiu uma pontinha de inveja de Marshal e Lily? Eles formam o casal mais fofo, fiel, divertido e apaixonado. Mas um dia eles brigaram, e fizeram as pazes com música!


GLEE - Em glee tudo é música, o que fez a minha escolha de um dueto apenas tão difícil, mas tão difícil, que eu não a fiz. Joguei a bola pro primo que me indicou a série, e a escolha dele, claro, foi fabulosa! Rachel, que não podia ficar de fora de um post sobre duetos e Jesse, que eu adoro, no momento em que eles se conheceram!


FRIENDS - Podia ficar de fora? Chandler curtindo aquela fossa básica na cena mais deprimente que praticamente todo mundo já passou, escutando aquela música deprê, abraçando uma lembrança da pessoa que causou tanta dor (no caso dele, um sapato), e claro, contando com a ajuda dos amigos!


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Novas séries

Como me encontro num estágio MEGA orgulhosa de mim mesma por estar tão em dia com todas as séries que acompanho, me dei ao luxo de começar a assistir duas novas séries.


A primeira se chama Once upon a time, a série mais gracinha e mais indicada para todas as idades! Tudo começa com a cena final de A branca de Neve, quando o príncipe encantado dá o famoso beijo que a desperta do sono provocado por uma maçã envenenada. Porém, no casamento, a bruxa ameaça a todos com uma maldição: lançar um feitiço na cidade fazendo com que todos os habitantes, seres dos mais diversos contos de fadas, esqueçam que são seres de contos de fadas, e vivam assim para sempre sob os comandos dela num mundo em que o tempo simplesmente não passa, e o feliz para sempre não existe. É quando a Branca de Neve procura por Rumpelstiskin, um adivinhador do futuro, para que ele preveja uma solução. Ele dá a ela a esperança de que a criança que ela espera, Emma, voltará à cidade quando tiver 28 anos para salvá-los. 28 anos depois, Emma, que não faz ideia de que um dia fez parte desse mundo encantado, reencontra o filho que havia dado à adoção 10 anos antes, e ele a leva de volta à cidade. Mas lá, nada mais é o mesmo. Ninguém mais sabe ser Gepeto, Príncipe ou Grilo falante. Num misto de cenas atuais com cenas dos acontecimentos passados, Once upon a time se revela um conto de fadas contemporâneo encantador!


A segunda também se trata de um clássico trazido para os tempos modernos: Sherlock! É uma série super pequena, de apenas 4 episódios em sua primeira temporada, que reproduz a técnica da dedução utilizada por Sherlock Holmes nos dias atuais. Assisti mais por ser uma grande fã de Sir Arthur Conan Doyle que qualquer outra coisa, mas confesso que o fato de a série ter apenas 4 episódios me animou ainda mais! Enfim, vamos ao que interessa: até o momento só assisti o episódio piloto, que se mostrou bem fiel ao estilo dos livros. Intitulado ironicamente "Um estudo em rosa", fazendo uma analogia ao primeiro romance "Um estudo em vermelho", o episódio, tal qual como o livro, trata de mostrar como Sherlock conheceu Dr. Watson e desenvolver o primeiro caso da dupla (não tão elaborado quanto o original, já que só tinha o espaço de uma hora para apresentá-lo e resolvê-lo). Além disso, o episódio consegue nos cativar ao inventar os personagens principais como seres desse século: Sherlock, como não poderia ser diferente, um hiperativo interessado nas mais avançadas tecnologias para aplicar seus métodos dedutivos, e Watson, um médico que serviu no atual Afeganistão, afastado por ter sido baleado na perna e fiel como nunca. Um excelente passatempo para os fãs!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pra anotar na agenda

Um objeto indispensável na minha vida é a tal da agenda. Anoto e programo tudo, além de colar todo tipo de tranqueira que traga alguma lembrança boa, como ingresso de cinema ou passagem de viagens. Mas mais que apenas contar minha experiência com programações, vim ajudá-los a se programarem também! Setembro ta aí batendo na porta e isso faz lembrar os sériemaníacos de que? A tão esperada volta das séries! Aí vai o calendário com o retorno de cada uma! Já anota na agenda a data das suas preferidas (é só clicar na imagem que ela amplia!):




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

The Glee project


Os fãs de Glee, esse ano, não sentiram muito pesar com o final da 2ª temporada. Nesse intervalo de férias de todas as séries, geralmente maio a setembro, lançaram, para os fãs dessa série em particular, um passatempo: The Glee project.

Trata de um reality show no estilo American Idol que escolherá o próximo personagem de Glee, que contará com uma participação em 7 episódios da 3ª temporada. Basicamente funciona assim: os competidores (inicialmente 12, hoje já são 4) ganham uma música para uma apresentação grupal, em que terão que demonstrar, nessa apresentação, uma habilidade solicitada, que pode ser dança, sexualidade, individualidade... Se apresentam então para um juiz, que é sempre um convidado especial de Glee, e este escolhe quem melhor cumpriu a tarefa. O ganhador ensaia com o convidado especial e ganha destaque no vídeo da semana. Para a gravação do vídeo eles fazem uma preparação vocal e de coreografia. Os 3 piores no processo de gravação do vídeo fazem outra apresentação para o criador da série, que escolhe o eliminado.

Os competidores são caricatos e têm vozes incríveis, tal qual como na série original! Um dos competidores, inclusive, é brasileiro. Seu diferencial é contar com uma altura de 1,45 metros! Existe ainda a garota country, o cristão, o gay, a gordinha, a anoréxica... Repetindo a receita da série, colocaram jovens com problemas que nos faz identificar com alguém rapidinho... Uma idéia singular! Nada melhor para ganhar a audiência do que fazer a própria audiência torcer pelo novo ator do elenco!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

TOP FIVE (Das frases de Grey’s anatomy)


Quem lê o blog já percebeu, em pinceladas em posts passados, meu novo vício: Grey’s anatomy. E quem vê a série já sabe que, em todos os episódios, ou praticamente todos, no início e no fim, os personagens soltam alguma frase interessante relacionada ao episódio da vez. Geralmente é a Meredith (que dá nome a série – Meredith Grey), mas outros já falaram, e falaram bem. As frases parecem grandes assim num primeiro momento, mas vale a pena ler. Essas cinco aí são tops!

2ª TEMPORADA / EPISÓDIO 08 – A fim de ganhar créditos extras, a Sra. Snyder nos fez participar de todas as peças teatrais. Sal Scafarillo era Romeu. E, como o destino assim quis, eu era a Julieta... A maioria das meninas ficou verde de inveja. E eu nem aí. Eu falei pra Sra. Snyder que a Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter... Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro... Que triste! Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia. Talvez Romeu e Julieta estivessem destinados a ficarem juntos, mas só um pouquinho, e então o tempo deles passou. Se eles soubessem disso antes, talvez tudo tivesse terminado bem. Eu falei pra Sra. Snyder que quando eu crescesse, eu controlaria meu próprio destino. Eu não ia deixar nenhum cara me arrastar com ele. A Sra. Snyder então me disse que eu seria uma sortuda se eu tivesse esse tipo de paixão com alguém e que, se eu tivesse, a gente ficaria junto pra sempre. E até hoje, eu acredito que na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz... Na maior parte do tempo. E às vezes, apesar de todas suas melhores escolhas e intenções, o destino vence de qualquer forma.

2ª TEMPORADA / EPISÓDIO 18 – Após cuidadosa consideração e muitas noites insones, aí vai o que eu decidi: não existe essa de "crescer". Nós continuamos em frente, nós caímos fora, nos distanciamos de nossas famílias e formamos as nossas próprias. Mas as inseguranças básicas, os medos básicos e todos aqueles velhos machucados apenas crescem com a gente. A gente cresce, fica alto, mais velho... Mas, na maioria dos casos, a gente ainda é um bando de crianças correndo no parquinho desesperados para entrar num grupo. Ouvi falar que é possível crescer – eu só nunca conheci ninguém que realmente tenha crescido. Sem pais para desafiar, a gente quebra as regras que estabelecemos pra gente mesmo. Temos nossos xiliques quando as coisas não saem como planejamos. A gente sussurra segredos com nossos amigos no escuro. A gente procura conforto onde consegue achar. E esperamos, indo contra toda nossa lógica, contra toda nossa experiência, como se fôssemos crianças, que nós nunca desistamos da esperança.

4ª TEMPORADA / EPISÓDIO 04 – Na vida, apenas uma coisa é certa, além da morte e dos impostos. Não importa o quanto você tente, não importa se são boas suas intenções, você cometerá erros. Você irá machucar pessoas. E se machucar. E se algum dia você quiser se recuperar, há apenas uma coisa que pode ser feita: esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer.

5ª TEMPORADA / EPISÓDIO 11 – Todos temos direito a pelo menos um desejo por ano, quando sopramos as velas do nosso aniversário. Alguns ousam desejar de outros jeitos. Com cílios, fontes, estrelas cadentes... E uma vez ou outra, um dos desejos se realizam. E depois? É tão bom quanto esperávamos? Ou deitamos no calor de nossa felicidade? Ou lembramos que temos uma lista de desejos esperando? Não desejamos coisas fáceis. Desejamos coisas grandes... Coisas ambiciosas... Fora do alcance. Desejamos porque queremos ajuda... E estamos assustados... E sabemos que talvez pedimos demais, e ainda desejamos porque, às vezes, eles se realizam.”

5ª TEMPORADA / EPISÓDIO 22 – Você nunca sabe qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa que serão os mais importantes, nunca são tão importantes quanto você os imagina. São os dias normais, os que começam normalmente, que acabam se tornando os mais importantes. Você não reconhece o dia mais importante da sua vida. Não até que você esteja bem no meio dele! O dia em que você se compromete com algo ou alguém... O dia em que partem seu coração... O dia em que você conhece sua alma gêmea... O dia em que você percebe que não há tempo suficiente, porque você quer viver para sempre... Esses são os dias mais importantes, os dias perfeitos

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Saber perder


Por ser catequista, e por esse ano ter ficado responsável pelas crianças menores (por volta dos 6/7 anos), tenho vivido um desafio novo a cada semana: prender a atenção delas por uma hora e meia. Quem não lida com crianças nos dias atuais não faz idéia do quão diferentes elas estão das crianças de outras épocas, da criança que eu fui e das quais convivi quando ainda era uma. Elas estão muito mais espertas e vivas, e ficar falando durante uma hora e meia sobre o mesmo tema não cativa nenhuma delas se não houver algum outro atrativo.

Procuro assim, a cada tema proposto, levar uma brincadeira, um jogo ou uma dinâmica. E quando proponho algum jogo ou brincadeira, sou obrigada a enfrentar outro desafio: ensiná-los a saber perder.

Assim como em qualquer outra área da vida, é impossível ganhar o tempo todo. Do mesmo jeito que não iremos perder o tempo todo! De fato, perder não é fácil. Somos apegados à nossa imagem, ao que os outros pensam de nós e a derrota machuca, incomoda. Mas a criança deve aprender que as melhores armas numa disputa são o talento, o esforço, a inteligência e, sobretudo, a experiência que vem, principalmente, nas derrotas. Ninguém cresce na felicidade! Nesses momentos nos sentimos acomodados e simplesmente queremos manter esse estado. Já na derrota somos impulsionados a melhorar, a aproveitar essa oportunidade de aprendizado para fazer além do que fizemos e assim sermos mais. Mais capazes e mais felizes! Saber perder é tão essencial quanto ganhar. Ou até mais...

P.S.: Só explicando a foto pra quem não entendeu: Trata-se da geller cup, a taça entregue ao campeão do ano no futebol americano disputada pela família Geller (de Friends). Geralmente os finalistas eram os irmãos Monica e Ross, exemplos claros de pessoas que não sabem perder, comprovado no episódio Aquele do futebol americano, onde eles passam a tarde grudados em uma bola de futebol americano para não saírem perdedores!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Bolas verdes




Quando o assunto é visão, tenho dois momentos marcantes: um aos seis anos, quando comecei a usar óculos, e outro aos vinte e quatro, quando deixei de usá-los. Todos dois muito bem descritos pela Dra. Hahn, de Grey’s anatomy:

“Quando eu era criança, tinha dores de cabeça. Fui ao médico e ele disse que eu precisava de óculos. Eu não entendia isso. Não fazia sentido pra mim, porque eu enxergava bem. Aí, eu ganhei os óculos, os coloquei quando estava no carro, no caminho de casa e de repente… eu gritei. Porque as grandes bolas verdes que eu via durante toda a minha vida, não eram bolas verdes. Eram folhas nas árvores. Eu podia ver as folhas. E eu nem sabia que estava perdendo a chance de ver as folhas. Eu nem sabia que folhas existiam. E então: folhas!”

Precisava compartilhar minha alegria com vocês! E pra quem nunca viveu a sensação de poder voltar a enxergar, é só imaginar a cena acima! Porque é lindo e simples assim!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Final de temporada


Chegou a época de tristeza para os “sériemaníacos”. A época em que as temporadas chegam ao final e só voltam daqui a pelo menos 3 meses. Semana passada, nada mais nada menos que 30 temporadas chegaram ao fim. E essa semana tem mais. Algumas chegam ao final da série inclusive, como por exemplo, a famosa Smallville.

Pra mim, pela primeira vez, a época vem como motivo de alegria. Explico: assisto mil séries. E tendo pós-graduação às segundas e terças, academia quartas, quintas e sextas, catequese sábado e almoço em família domingo, não me resta muito tempo pra assistí-las. Sempre deixava a série baixando no computador enquanto fazia alguma outra coisa e antes de dormir assistia um episódio.

Nesse ano, pra completar, surgiu um fato inédito! Descobri Grey’s anatomy. Minha prima sempre insistia pra eu ver! Certa vez chegou a me obrigar a ficar assentada em frente a TV assistindo uns 4 episódios seguidos. “Ok, você me convenceu Ana, me empresta a primeira temporada!” Em menos de uma semana já tinha terminado de assistir! E enfrentei meu medo de altura pra subir numa escadinha precária de madeira da casa dela pra pegar os outros boxes no sótão. E mais, consegui me aproximar da minha mãe, que em meio a essas minhas mil tarefas estava sendo deixada um pouco de lado. Ela, simplesmente VICIADA na série, não se incomoda em assistir episódios passados comigo debaixo das cobertas numa manhã fria de domingo. Pronto! Esqueci todas as outras séries! Me vejo baixando episódios a torto e a direito sem assistir nenhum. Minto. Graças ao meu primo, que não desiste de mim jamais e insistentemente me questiona sobre nossa série favorita, assisto Glee religiosamente todas as quartas. Mas é só.

Essa época de finais de temporadas chegou, pra mim, como um alívio. Vou parar de baixar episódios loucamente e vê-los simplesmente se acumular no meu computador. Vou ter tempo de terminar Grey’s anatomy e calmamente, episódio por episódio, série por série, colocar tudo em dia. Se 3 meses parece tempo demais pra vocês, que terão que aguardar por episódios inéditos, pra mim serão 3 meses de pura novidade!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Bullying




Há muito tempo venho querendo falar sobre esse tema aqui no blog, desde quando, numa festa na casa de uma amiga, um grupo de pessoas revelou as violências que sofreu, tanto físicas quanto psicológicas, nos tempos de escola. E levamos pro lado da brincadeira, questionando porque o assunto não ficou “famoso” na nossa época! Seríamos ricos só com o dinheiro dos inúmeros processos que teríamos ganhado!

Bullying é uma prática que existe há muito tempo. São atos de violência (física ou psicológica) intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do ingês bully = "valentão") com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender. Não sei por que trouxeram o tema à tona só agora, sendo que já deviam ter falado sobre o assunto há tempos! Talvez porque as agressões tenham aumentado, em quantidade e gravidade. Talvez porque quem sofre o bullying começou a responder com violência também. Mas talvez não teria chegado a tal ponto se a prática tivesse sido contida quando ainda era maneirada.

Quando aconteceu aquele massacre na escola do Rio de Janeiro, no início do mês passado, aumentou minha vontade de escrever. O assassino era vítima de bullying. E pelo que pareceu, procurou vítimas que o lembravam de seus agressores passados. Mas o assunto já estava saturado na internet e me fez desistir. Ontem assisti um episódio de Glee que retratou isso, e quem assiste a série sabe o quanto os personagens principais são vítimas de bullying. Na verdade, esse é o único ponto em comum entre eles! Mas ontem eles estavam dispostos a mostrar como convivem bem com esses pequenos defeitos que os tornam diferentes, e como são esses pequenos defeitos que os tornam únicos. E essa é, na minha opinião, o que diferencia o comportamento das vítimas no futuro. Que diferencia aquelas que se tornam felizes daquelas que se tornam frustradas: a aceitação pessoal. E não pensem que falo isso porque é fácil superar apenas o apelido de quatro olhos... Quatro olhos foi o mais agradável dos apelidos! Eu era gordinha, usava óculos, aparelho, cabelo aneladão, tinha pernas tortas (que me deixava com joelhos constantemente vermelhos de mercúrio nos machucados adquiridos nas quedas) e achava lindo usar camisa pra dentro da calça, cintura alta, claro. Nas brincadeiras tipo verdade/conseqüência, onde todas as meninas eram contempladas com selinhos dos meninos mais gatinhos, eu era obrigada a passar no corredor da morte, onde todas as crianças faziam fila pra dar socos e chutes. E na educação física era a última a ser escolhida pra um time (óbvio, com aquelas pernas tortas hahaha). Com o tempo a gente adquire prática pra se desvencilhar dessas atitudes dos colegas. Mas até chegar a esse ponto é um longo caminho... E nesse caminho a ajuda e carinho da família e dos verdadeiros amigos (geralmente aqueles que sofrem como a gente) são fundamentais. Você sente que não precisa se adequar aos padrões malucos da sociedade pra ser querido. E muitas vezes você é querido justamente por não fazer parte desses padrões malucos! Assim como os personagens de Glee, visto a camisa e assumo todos meus defeitos! Foram eles que me fizeram o que sou hoje! E quer saber? Ô pessoa feliz que esses defeitos foram capazes de fazer!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Trocas


Tenho ouvido muitas coisas com um mesmo sentido: não existem boas ações altruístas. Ou seja, tudo que se faz nessa vida, se faz esperando um retorno. Ninguém se dedica a alguém pelo simples ato da caridade, mas pela espera de uma recompensa. Até Friends já tocou no assunto. No episódio Aquele em que Phoebe odeia a PBS, Joey diz que não existe ação realmente altruísta, já que as pessoas, na visão dele, só fazem boas ações para se sentirem bem.

Desde pequenos somos condicionados a isso. Lembro de ouvir minha mãe dizer: "Se você se comportar, te dou um chocolate". Mas tenho trabalhado muito comigo mesma para fazer o bem sem esperar nada em troca. Ainda não alcancei esse nível, pois me sinto bem fazendo trabalhos voluntários e muitas vezes chego a pensar que me sinto melhor que as pessoas a quem ajudo. Uma troca que acaba me beneficiando ainda mais! Mas simplesmente amar é o mandamento maior, é o que Deus espera de nós, e é o que me esforço a fazer: Amar pelo que a pessoa é, e não pelo que ela faz em troca desse amor. 

Tenho ainda algumas fraquezas: mesmo que me disciplinando todo o tempo para não esperar gratidão, confesso não ser evoluída o suficiente para tolerar ingratidão explícita. Mas persisto na luta pra alcançar isso e poder praticar uma boa ação realmente altruísta. Como a própria Phoebe bem disse: "Eu vou achar um boa ação altruísta. Porque eu acabei de parir três crianças e não vou deixar eles crescerem num mundo onde Joey está certo"!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

You know you love me



Spotted: Natália nunca falou de Gossip Girl no seu blog!

Desde novinha sou apaixonada por séries, mas como já disse, a falta de TV a cabo e internet só me permitiam assistir aquelas que passavam na TV aberta, como três é demais, gilmore girls ou dawson’s creek. Depois de um tempo esquecidas, as séries voltaram pra minha vida. Primeiro Friends, que entre um episódio ou outro que assistia de vez em quando fiquei fã. Peguei emprestados os DVD’s do namorado da minha prima e assisti todos os episódios em menos de dois meses! E quando acabei de ver todos, restou um vazio. Minha prima me indicou então Gossip Girl. Disse que eu iria gostar, e que estava tudo disponível na internet! Bastava baixar e assistir!

Gossip Girl conta a história de jovens estudantes das escolas de elite do Upper East Side de Manhattan, em Nova York, e é narrada por uma blogueira misteriosa, a tal da “Gossip Girl”, que nunca é vista, mas vê e sabe tudo o que acontece. É uma série que conquista qualquer menina/moça/mulher que se preze e que tenha, no mínimo, bom gosto!

A história em si tem vários altos e baixos. Mas as roupas estão sempre em alta! Apesar de todos os problemas e tramas vividos pelas personagens, elas são sempre as pessoas mais bem vestidas do universo! Blair e Serena (as duas personagens principais) parecem ter herdado tão bem de Sex and The City a capacidade de nos fazer sonhar com os looks que usam. Eu mesma já peguei umas ondas de lá, por exemplo, as tiaras de cabelo da Blair, com quem me identifico demais. Uma versão evoluída e rica da minha frescura e chatice!

Além disso, a série apresenta muitas outras características que fazem dela o sucesso que é! Primeiramente tem mocinhos para todos os gostos! Tenho certeza, que mesmo que quem diz procurar um príncipe feito Nate, não resiste aos encantos do vilão Chuck! As músicas são agitadas como o clima de Nova York (assim imagino ser, já que é a cidade que nunca dorme!). A narração de Kristen Bell consegue fazer cenas aparentemente monótonas pegarem fogo!

Ainda podia ficar aqui falando por horas das combinações inusitadas de casais, das reviravoltas que a série sofre a todo o momento, das surpresas que aparecem, dos segredos revelados, das armações e tantas outras coisas que a colocam no caminho certo para o sucesso, e faz de todos nós espectadores um pouquinho mais fofoqueiros!

X.O.X.O. (aproveitando a vibe!)

domingo, 9 de janeiro de 2011

TOP FIVE (Dos episódios de Friends)


Eles voltaram ao blog! Peguei uma lista com todos os episódios e via se lembrava do que acontecia em cada um só pelo nome! Lembrei de quase todos, e desses quase todos, fui pegando os melhores pra no final selecionar cinco. Tirei e tirei episódio, mas não consegui chegar a uma lista de cinco! Por favor, só dessa vez, deixa ser top seven, seven, seven, SEVEN, SEVEN, SEVEN?

AQUELE EM QUE ELES FICAM ACORDADOS A NOITE TODA – Cada um de um jeito, em um lugar, e por um motivo diferente, eles ficam uma noite inteira acordados! SPOILER: Ross e Joey trancados no telhado do prédio resolvem descer pela escada de incêndio. Rachel e seu novo namorado Tag, prontos para sua primeira noite juntos, começam a discutir sobre uma encomenda do trabalho não enviada, Chandler tem uma crise de insônia e decide acordar Monica para fazer sexo. Quando ele está a fim, ela tem sono, quando o sono dela acaba, ele volta a dormir. Já Phoebe passa a noite toda em guerra contra o “biiiip!” irritante de um alarme de incêndio. Ainda separados, os seis amigos são excelentes!

AQUELE COM O TATU DAS FESTIVIDADES – Tudo começa quando o Ben vai passar o natal com o Ross, e ele decide ensinar ao filho um pouco sobre a tradição do Hanukkah. Pra segurar a atenção do garoto, ele sai em busca da fantasia de Papai Noel, mas por estar perto do Natal, não encontra! Se veste então de Tatu das festividades, o HOLYDAY ARMADILLO! Pra completar a festa, Chandler consegue uma fantasia de Papai Noel e Joey se veste de Super-homem! Risadas certas!

AQUELE QUE PODERIA TER SIDO – Um episódio de Friends pra mim não precisa de muito pra ser engraçado. Basta aparecer aqueles “flashes” com cenas do passado, que tenha Ross de bigode, Chandler com cabelos esquisitos, Rachel com narigão e Monica gorduchona! Tendo isso, já ganhou minha simpatia! Esse episódio não traz flashes, mas os apresenta de forma igualmente hilária ao retratar como seria se Ross não tivesse se divorciado (a primeira vez, claro!), se Rachel tivesse casado com Barry, se Monica ainda fosse gorducha, se Joey fosse um ator de sucesso, se Chandler largasse o emprego e fosse viver de fazer piada e se Phoebe fosse uma mulher de negócios! Tão bom que teve direito a uma abertura especial!

AQUELE COM TODOS OS DIAS DE AÇÃO DE GRAÇAS – Minha prima um dia teve a ousadia de me falar que não vê graça em Friends. Fui no meu quarto, peguei o DVD desse episódio e coloquei! Ela não conseguia mais parar de ver! Além de ter alguns flashes do passado, o que pra mim é garantia de gargalhadas altas e escandalosas, conta como Monica resolveu ficar magra e como Chandler ganhou o apelido de Sir. Limps-a-Lot. Destaque para Monica com um peruzão de Ação de Graças na cabeça dançando pro Chandler perdoá-la!

AQUELE EM QUE NINGUÉM ESTÁ PRONTO – Ross vai ser homenageado em algum evento e os amigos vão prestigiá-lo. Só que faltando pouco tempo pro tal evento, ninguém está pronto! E qual a graça? A graça está em Joey entrando pela sala vestindo TODAS as roupas de Chandler ao mesmo tempo! Diz estar sem cueca e começa a se “exercitar” pra suar um pouco!

AQUELE QUE O STRIPPER CHORA – Lá no finalzinho da série, há poucos episódios do final, quando a gente assiste Friends lamentando a chegada do fim, eles lançam esse episódio que é simplesmente hilário! Além do stripper ser o Danny De Vito, fazer uma dancinha cômica, falar insanidades e chorar, Joey é convidado pra um programa de TV, tipo mega senha, mas seu QI não ajuda muito! O auge do programa, claro com flashes, acontece quando Ross e Chandler começam a relembrar os tempos de faculdade, descobrem uma promessa quebrada e as conseqüências (drásticas) dessa promessa!

AQUELE COM TODAS AS RESOLUÇÕES – Os seis amigos começam o ano fazendo as famosas resoluções de início de ano! Essas coisas que a gente sabe que são muito difíceis de cumprir, mas que prometemos por conta de toda esperança que o ano novo traz. Enfim, Chandler promete não fazer piadinhas, Rachel promete não fofocar, Monica promete limpar menos, Joey promete aprender a tocar violão (com Phoebe de professora, diga-se de passagem), Phoebe promete aprender a pilotar um avião e Ross promete fazer uma “loucura” a cada dia! Uma dessas loucuras foi usar calça skinny de couro. Só que por causa do calor, resolve tirá-la no banheiro da casa de uma namorada nova e jogar água pra refrescar, e o couro encolhe... Precisa falar mais?



sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O primeiro Natal


Quem assiste glee viu no último episódio o Mr. Schuester fazendo a seguinte pergunta: Como foi o primeiro natal que vocês se lembram? O melhor dia de nossas vidas!  Família reunida, um monte de presentes, biscoitos. A magia viva e plena.

O primeiro Natal que eu me lembro – até os 3 anos de idade tenho poucas lembranças – foi quando eu tinha mais ou menos 4, 5 anos. Fiquei lutando contra o sono esperando o tal do Papai Noel, e minha mãe falou que os vizinhos estavam me chamando pra me dar um presente. Morávamos em um prédio e fui lá bater a campainha dos vizinhos e receber o presente que eles tinham pra mim. Quando voltei pra casa, a árvore estava abarrotada de presentes. Meus primos chegaram, me ajudaram a instalar o vídeo game que ganhei (um atari!!!) e ficamos jogando um joguinho em que o soldadinho perseguia o ladrãozinho pela noite afora! Perdi a chance de conhecer Papai Noel (Poxa mãe, ele veio bem na hora que eu não estava! Que azar!), mas ganhei um momento único: minha família reunida e verdadeiramente feliz. Conheci a tal da magia viva e plena!

Todos os anos esse dia se repete! E eu espero ansiosamente por ele, pois existem coisas que só fazemos, comemos e vivemos quando chegam as festas de fim de ano. Reunir a família e os amigos, ir à missa do Galo, trocar presentes, preparar a ceia, fazer amigo oculto, montar a árvore, o presépio... Para as comidas reservo um parágrafo!

Peru, tender, chester, lombo, farofa, arroz a grega, maionese de frango, panetone, pudim, manjar, pavê, vinho, champagne, e na manhã de Natal tem rabanada, mais panetone, pães, bolos e biscoitos, croissant, frutas, suco... Ufa! Engordei 3 kg só escrevendo!

Mesmo que a gente pense que o Natal virou mais um comércio que a celebração do nascimento de Jesus em si, não há como negar que seja pelo motivo que for, ou que achamos que seja (sempre digo que Deus tem seus meios de fazer as coisas acontecerem e de fazer as pessoas se aproximarem d’Ele), as tradições, a união e a alegria que essa data nos proporciona nos faz sentir de novo aquilo que sentimos no primeiro Natal!

Mas como isso é possível? Não é a toa que o dia 25 de dezembro é minha data preferida do ano! FELIZ NATAL! FELIZ MAGIA!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Top Five (Das músicas de GLEE)



Antes de qualquer coisa que vocês venham a pensar sobre mim pelo que eu vou dizer na próxima frase, eu já vou logo dizendo como defesa prévia: Sou fã incondicional de GLEE, e não admito falarem mal da série perto de mim. Já deixei claro isso, aqui no blog mesmo, mas quem assiste há de concordar comigo: o programa só faz sucesso por conta das músicas.

A trama até que é legalzinha, há todo aquele envolvimento de seres humanos completamente normais, que fogem dos padrões encontrados nas telas, o que eu acho muito bacana, a gente se vê em vários episódios, mas se não fosse pelas músicas, o programa teria de tudo pra ser apenas mais uma historinha de colégio norte-americana e não ir pra frente. Mas alguém teve a brilhante idéia de jogar umas músicas no meio, diga-se de passagem: QUE MÚSICAS, e a série virou o que virou! Sem mais enrolações, vamos às minhas 5 músicas preferidas:

BEAUTIFUL / CHRISTINA AGUILERA – O famoso grupo de líderes de torcida recruta uma integrante totalmente fora dos padrões. Pra tentar se encaixar, ela começa a fazer uma dieta louca e acaba passando mal. A líder de torcida mais popular vai ter uma conversa com ela, mas é uma conversa tão bonita e tocante, que ela acaba desistindo da dieta e no meio da sua primeira apresentação no grupo das líderes de torcida ela começa a cantar “Eu sou bonita não importa o que eles digam”. Uma das primeiras vezes que chorei com o programa!

I WANT TO HOLD YOUR HAND / BEATLES – Ta, eu falando sobre uma música de Beatles? Suspeitíssimo. No começo da segunda temporada, quando a história ainda tava meio sem rumo, num episódio sobre religião (um dos melhores até hoje), o pai do Kurt ta desacordado no hospital e o Kurt, que não acredita em Deus, começa a cantar essa música e aparecem cenas dele com o pai quando ele ainda era criança, dentre elas quando o pai dá a mão pra ele no enterro da mãe.

(I’VE HAD) THE TIME OF MY LIFE / BILL MEDLEY E JENNIFER WARNES – A música da minha vida, do filme da minha vida! Essa música, diferente das outras que coloquei ai em cima, não foi incluída em nenhum contexto. Escolheram ela pra ir pra seleção do coral que iria pro campeonato regional de corais. Mas muito bem escolhida! Coloco no MP4 e saio dançando pela rua, que nem doida mesmo!

BOHEMIAN RHAPSODY / QUEEN – Uma música de Queen que foi apresentada justamente na hora que a Quin estava ganhando seu bebê. O coral concorrente (Vocal Adrenaline) faz uma mega apresentação de canto e dança de uma música igualmente mega. Na hora de sua apresentação, uma integrante do New Directions, o coral principal da história, começa a sentir as dores do parto. Sua mãe aparece dando a notícia que largou o pai (que tinha expulsado a filha grávida de casa), e nesse alvoroço, vemos as falas de Quin se misturarem à letra da música, como MOTHER na hora que o coral está cantando MAMMA e LET IT GO na hora do LET IT GO! Claro que aos berros de quem está colocando uma criança no mundo.

IMAGINE / JOHN LENNON – Sim, outra de Beatles. Sou fã, então me deixa ta? Uma cena chocante que faz os alunos refletirem. Eles passam o episódio inteiro buscando uma música que desse uma super apresentação, com danças e jogadas de cabelo, quando vão conhecer um dos corais concorrentes: um coral de surdos. O regente começa a tocar Imagine no piano, e um dos integrantes começa a falar a letra, e não cantar. Mas como é surdo, as palavras não são ditas de forma perfeita. Enquanto isso, os demais membros do coral fazem os gestos da letra na língua dos surdos-mudos, e os membros do New Directions, sensibilizados, se juntam a eles e começam a cantar. Uma cena linda, que mostra que não é preciso de muito pra tocar as pessoas.

Ainda poderia ter falado de outras músicas, como Don’t cry for me Argentina, que arrepio sem querer toda vez que ouço, Don’t stop believin’, que é tipo a música tema da série, Smile, do Charles Chaplin, que me fez chorar, várias da Madona, que teve um episódio só pra ela, Nowadays / Hot honey rag, de Chicago, que conta com a voz de ninguém mais, ninguém menos que Gwyneth Paltrow, mas faria, no caso, um top five hundred! Quais seriam as suas 5 escolhidas?


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Das coisas que eu gosto dos EUA


Escrevo esse post baseada apenas nas coisas que vejo em filmes e séries, pois nunca saí do Brasil. Sei que se basear no que a gente vê na TV não é muito seguro. Se um estrangeiro se baseasse nos filmes brasileiros pra formar sua opinião sobre nós, acharia que somos moradores de favela faladores de palavrão. Se a base deles fossem as novelas, seríamos todos nobres moradores do Leblon. Mas por falta de outro embasamento melhor, são esses os que usei.

Pra começar, gosto dos pequenos detalhes. Gosto dos copos de café, e dos armários das escolas. Gosto das festas na praia com fogueira, e das festas no apartamento com uma mesa só de bebidas. Gosto dos ponches, e das casas com jardim. Dos bares com longos balcões e das cheerleaders. Gosto das eleições, do fato de não ser origatório votar, mas da vontade do povo, mesmo que não obrigado, exercer um direito!

Gosto do fato de as escolas públicas oferecerem educação de qualidade, e como as faculdades selecionam seus estudantes. Não bastam apenas notas boas no SAT (um tipo de vestibular). As coisas que você fez pela vida toda são levadas em consideração, como por exemplo, trabalhos voluntários!

E quando ingressam em uma universidade, geralmente as pessoas se mudam para os alojamentos! Ficam como se fosse meio a meio: ainda estuda, mas já mora sozinho. São seus pais que pagam suas contas, mas você já passa a assumir algumas responsabilidades, e dar conta das consequências que seus atos irão trazer.

Quando se formam, já não faz sentido voltar a morar com os pais! Seria um retrocesso! Procuram um apartamento pra alugar, e não raras vezes um roommate com quem dividir as contas. Depois trocam o tal do roommate por um parceiro, casam, tem filhos, a família cresce, então mudam pra uma casa afastada do centro da cidade onde as crianças possam brincar na rua e o cachorro possa ficar no quintal.

Pensando bem é muito metódico pra uma vida. Muito certinho, e previsível. Mas mesmo assim eu gosto! Não queria morar lá. Talvez por alguns meses, pra sempre não! A vontade mesmo é que algumas dessas coisas fossem adotadas aqui no Brasil. Pelo menos o copo de café eu já adotei!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Aquele com o Smelly cat




Ainda quando não utilizava a internet para baixar séries e não conhecia a TV a cabo, assistia algumas séries pela TV aberta, com toda aquela história de dublagem trash e títulos toscos, como Três é demais para full house e Tal mãe, tal filha para Gilmore Girls. Dentre essas, assistia Smallville – as aventuras do superboy, e outro dia assistindo Warner, vejo que já está na 10ª temporada. DEZ TEMPORADAS? Putz, cansativo. Eu mesma enjoei lá pela sexta...

Depois me veio à cabeça que minha série favorita das favoritas, top das tops, tem 10 temporadas: Friends. 10 temporadas e um gosto de quero mais, uma dúvida do porque terminou e uma questão: porque não fazer um filme, como fizeram com Sex and the city?

Já falei dela aqui e provavelmente vou falar mais algumas boas vezes!
 
Do grupo de seis amigos, quem mais chama a minha atenção é a Phoebe. Ela não é a personagem principal, não é minha personagem favorita, não é a mais parecida comigo e nem a que mais me faz rir, mas é a que mais chama minha atenção. Ela é misteriosa, lunática, lesada, esotérica e doce! Gosta de ajudar as pessoas, de fazer caridade, de defender a natureza, mas se rendeu a um casaco de pele que ganhou de herança.

Nos episódios “retrô” (meus favoritos), ela nunca aparece (a não ser em vidas passadas), o que aumenta o mistério ao redor dela. Sabemos que seu pai saiu de casa pra comprar cigarros e nunca voltou, que sua mãe suicidou, que o padrasto foi preso, que não se dá bem com a irmã gêmea e que herdou um taxi da vó, mas o que ela fez pra parar na cadeia, por exemplo, ninguém sabe! Só sabemos que ela NÃO QUER VOLTAR PRAQUELE INFERNO!

Para um desavisado qualquer, ela até passa despercebida. Quem é Phoebe? Aquela maluca hippie do Smelly cat. Mas um fã mais atento percebe que ela vai além disso. É doce, engraçada, prestativa, tem um coração enorme, mas os resquícios de seu passado escuro, ruim e não explicado aparecem quando menos se espera! De repente ela diz verdades sem pensar que pode magoar. Grita e dá chilique! E é uma peça fundamental para o sucesso de Friends!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Glee



Da paixão por séries eu já falei. Da paixão por música, já falei. Da paixão pelo coral, já falei. Porque então falar de GLEE, se é simplesmente uma mistura de tudo isso?

Porque não é simplesmente uma mistura disso! A história de um professor de espanhol, que tenta reerguer o coral da escola, o tal "Glee Club" (Clube do Coral), que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos na instituição, mas que na atualidade só atrai os alunos pouco populares e sofre constantes ataques da treinadora do time de líderes de torcida, vai além da mistura de série + música + coral.

Pra começo de conversa, os atores principais, integrantes do Glee Club, não são todos louros, de olhos claros, magros, lindos e cheirosos. Em algum momento da série você se identifica com alguém, seja com a gordinha comedora compulsiva, o homossexual, o cadeirante, a gótica, o nerd, a popular que foi rejeitada por estar grávida, o popular que não se identifica com a popularidade... Pessoas comuns, com problemas comuns! Pessoas extremamente diferentes umas das outras, mas que encontram na diferença o motivo para se unir!

E assistindo o decorrer dessa união você chora, ri, canta, fica com raiva, se alegra, se emociona! Um misto de sensações ao longo de uma temporada embalada pelo som de clássicos como Queen, Madonna, Celine Dion, Kiss, Bon Jovi, Lady Gaga, Beyoncé, e inclusive de peças retiradas de musicais da Broadway, como Chicago e Wicked.

Não é a toa que virou febre!

2ª temporada estreiou ontem! Deixei alguém com vontade de ver?

sábado, 7 de agosto de 2010

Bazzinga




Séries! Você vê uma, gosta, baixa todos os episódios, todas as temporadas e quando percebe que acabou, e que a próxima temporada vai demorar alguns meses pra começar, procura por outra que te agrade. Tem alguns títulos indicados por amigos, lê sinopses, se interessa por uma, baixa o piloto pra ver como é, gosta, baixa todos os episódios, todas as temporadas e já era! Você entrou pro círculo vicioso! Pra mim tudo começou com Friends! Seis amigos que vivem várias situações inusitadas, muitas pessoas se identificam com algumas das situações, algumas pessoas se identificam com muitas, e ver como é engraçado sair dessas situações, ou ainda vivenciá-las se torna uma necessidade. Genial! Depois de Friends passei por Gilmore Girls, Gossip Girl, Heroes, The Tudors, tentei ver Vampire Diaries mas não consegui terminar (depois da série Crepúsculo tive uma overdose de vampiros), Glee, comecei a ver The middle que estreou há algumas semanas na Warner, isso pra não falar das que vejo um episódio ou outro zapeando canais em um dia a toa qualquer.

E The big bang theory? Quem nunca viu? Pra começo de conversa é uma comédia, o que por si só já garante minha atenção. A história toda começa quando uma garçonete loira tipicamente americana em busca do sonho de ser uma atriz cai de paraquedas num prédio e vai ser vizinha de dois nerds que só convivem com outros nerds. O encontro desses mundos completamente diferentes e porque não, bizarros, é um verdadeiro big bang. Os episódios vão de “legaizinhos” a “dá intervalo que minha bochecha ta doendo demais”! E mesmo que um episódio seja apenas legalzinho, você não deixa de assistir o próximo, esperando pelo mais hilário! E o que eu gosto dessas séries da Warner é que, geralmente, tem episódios curtos. Assisti a 2ª temporada num dia só! SUPER INDICO!

Outro dia numa roda de conversa surgiu o assunto Sheldon! O cara é arrogante, egoísta, debochado, sistemático, infantil e cheio de manias. Mas pergunta pra qualquer pessoa qual é seu personagem favorito da série? BAZZINGA! Duvido aguentar conviver com ele! Aliás, em 3 temporadas ele não conseguiu nem uma namorada... E não é pelo fato de ser esquisito, porque até o Howard, sujeito mais caricato que existe, arrumou a Bernadette. Se bem que disseram que a esquizofrênica que aparece no final da 3ª temporada vai ser a namorada dele! EPA! Sheldon namorando? To pagando pra ver!! Ainda bem que setembro ta logo ali! E quem ainda não viu, tem um mês pra se atualizar até chegar a 4ª temporada!

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