Mostrando postagens com marcador glee. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador glee. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de fevereiro de 2012

TOP FIVE (Duetos em séries)


Música é indispensável na vida, nos filmes e nas séries também. Completam as cenas, muitas vezes sendo indispensáveis para cliar o clima necessário, seja pra trazer tensão, seja pra nos fazer rir, seja pra nos fazer chorar. Nas séries, mitas vezes os próprios personangens cantam a música pra trazer o tal clima. Mas bom mesmo é quando eles fazem duetos!

THE BIG BANG THEORY - Sheldon tem uma musiquinha peculiar pra ser cantada quando ele está doente. E Penny teve que aprender a tal musiquinha pra ajudar o amigo nesses momentos! Mas bom bom mesmo foi quando Penny pediu pro Sheldon cantar pra ela... Ops, com ela!



GREY'S ANATOMY - Conheço a doença Alzheimer muito de perto, e ver Dr. Webber cantando pra acalmar a Adele, sua esposa, que estava tendo uma crise por conta de uma memória do passado que ela acreditava ser o presente foi de fazer os olhos encherem de lágrimas...


HOW I MET YOUR MOTHER - Quem assiste how I met your mother e nunca sentiu uma pontinha de inveja de Marshal e Lily? Eles formam o casal mais fofo, fiel, divertido e apaixonado. Mas um dia eles brigaram, e fizeram as pazes com música!


GLEE - Em glee tudo é música, o que fez a minha escolha de um dueto apenas tão difícil, mas tão difícil, que eu não a fiz. Joguei a bola pro primo que me indicou a série, e a escolha dele, claro, foi fabulosa! Rachel, que não podia ficar de fora de um post sobre duetos e Jesse, que eu adoro, no momento em que eles se conheceram!


FRIENDS - Podia ficar de fora? Chandler curtindo aquela fossa básica na cena mais deprimente que praticamente todo mundo já passou, escutando aquela música deprê, abraçando uma lembrança da pessoa que causou tanta dor (no caso dele, um sapato), e claro, contando com a ajuda dos amigos!


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pra anotar na agenda

Um objeto indispensável na minha vida é a tal da agenda. Anoto e programo tudo, além de colar todo tipo de tranqueira que traga alguma lembrança boa, como ingresso de cinema ou passagem de viagens. Mas mais que apenas contar minha experiência com programações, vim ajudá-los a se programarem também! Setembro ta aí batendo na porta e isso faz lembrar os sériemaníacos de que? A tão esperada volta das séries! Aí vai o calendário com o retorno de cada uma! Já anota na agenda a data das suas preferidas (é só clicar na imagem que ela amplia!):




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

The Glee project


Os fãs de Glee, esse ano, não sentiram muito pesar com o final da 2ª temporada. Nesse intervalo de férias de todas as séries, geralmente maio a setembro, lançaram, para os fãs dessa série em particular, um passatempo: The Glee project.

Trata de um reality show no estilo American Idol que escolherá o próximo personagem de Glee, que contará com uma participação em 7 episódios da 3ª temporada. Basicamente funciona assim: os competidores (inicialmente 12, hoje já são 4) ganham uma música para uma apresentação grupal, em que terão que demonstrar, nessa apresentação, uma habilidade solicitada, que pode ser dança, sexualidade, individualidade... Se apresentam então para um juiz, que é sempre um convidado especial de Glee, e este escolhe quem melhor cumpriu a tarefa. O ganhador ensaia com o convidado especial e ganha destaque no vídeo da semana. Para a gravação do vídeo eles fazem uma preparação vocal e de coreografia. Os 3 piores no processo de gravação do vídeo fazem outra apresentação para o criador da série, que escolhe o eliminado.

Os competidores são caricatos e têm vozes incríveis, tal qual como na série original! Um dos competidores, inclusive, é brasileiro. Seu diferencial é contar com uma altura de 1,45 metros! Existe ainda a garota country, o cristão, o gay, a gordinha, a anoréxica... Repetindo a receita da série, colocaram jovens com problemas que nos faz identificar com alguém rapidinho... Uma idéia singular! Nada melhor para ganhar a audiência do que fazer a própria audiência torcer pelo novo ator do elenco!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Bullying




Há muito tempo venho querendo falar sobre esse tema aqui no blog, desde quando, numa festa na casa de uma amiga, um grupo de pessoas revelou as violências que sofreu, tanto físicas quanto psicológicas, nos tempos de escola. E levamos pro lado da brincadeira, questionando porque o assunto não ficou “famoso” na nossa época! Seríamos ricos só com o dinheiro dos inúmeros processos que teríamos ganhado!

Bullying é uma prática que existe há muito tempo. São atos de violência (física ou psicológica) intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do ingês bully = "valentão") com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender. Não sei por que trouxeram o tema à tona só agora, sendo que já deviam ter falado sobre o assunto há tempos! Talvez porque as agressões tenham aumentado, em quantidade e gravidade. Talvez porque quem sofre o bullying começou a responder com violência também. Mas talvez não teria chegado a tal ponto se a prática tivesse sido contida quando ainda era maneirada.

Quando aconteceu aquele massacre na escola do Rio de Janeiro, no início do mês passado, aumentou minha vontade de escrever. O assassino era vítima de bullying. E pelo que pareceu, procurou vítimas que o lembravam de seus agressores passados. Mas o assunto já estava saturado na internet e me fez desistir. Ontem assisti um episódio de Glee que retratou isso, e quem assiste a série sabe o quanto os personagens principais são vítimas de bullying. Na verdade, esse é o único ponto em comum entre eles! Mas ontem eles estavam dispostos a mostrar como convivem bem com esses pequenos defeitos que os tornam diferentes, e como são esses pequenos defeitos que os tornam únicos. E essa é, na minha opinião, o que diferencia o comportamento das vítimas no futuro. Que diferencia aquelas que se tornam felizes daquelas que se tornam frustradas: a aceitação pessoal. E não pensem que falo isso porque é fácil superar apenas o apelido de quatro olhos... Quatro olhos foi o mais agradável dos apelidos! Eu era gordinha, usava óculos, aparelho, cabelo aneladão, tinha pernas tortas (que me deixava com joelhos constantemente vermelhos de mercúrio nos machucados adquiridos nas quedas) e achava lindo usar camisa pra dentro da calça, cintura alta, claro. Nas brincadeiras tipo verdade/conseqüência, onde todas as meninas eram contempladas com selinhos dos meninos mais gatinhos, eu era obrigada a passar no corredor da morte, onde todas as crianças faziam fila pra dar socos e chutes. E na educação física era a última a ser escolhida pra um time (óbvio, com aquelas pernas tortas hahaha). Com o tempo a gente adquire prática pra se desvencilhar dessas atitudes dos colegas. Mas até chegar a esse ponto é um longo caminho... E nesse caminho a ajuda e carinho da família e dos verdadeiros amigos (geralmente aqueles que sofrem como a gente) são fundamentais. Você sente que não precisa se adequar aos padrões malucos da sociedade pra ser querido. E muitas vezes você é querido justamente por não fazer parte desses padrões malucos! Assim como os personagens de Glee, visto a camisa e assumo todos meus defeitos! Foram eles que me fizeram o que sou hoje! E quer saber? Ô pessoa feliz que esses defeitos foram capazes de fazer!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O primeiro Natal


Quem assiste glee viu no último episódio o Mr. Schuester fazendo a seguinte pergunta: Como foi o primeiro natal que vocês se lembram? O melhor dia de nossas vidas!  Família reunida, um monte de presentes, biscoitos. A magia viva e plena.

O primeiro Natal que eu me lembro – até os 3 anos de idade tenho poucas lembranças – foi quando eu tinha mais ou menos 4, 5 anos. Fiquei lutando contra o sono esperando o tal do Papai Noel, e minha mãe falou que os vizinhos estavam me chamando pra me dar um presente. Morávamos em um prédio e fui lá bater a campainha dos vizinhos e receber o presente que eles tinham pra mim. Quando voltei pra casa, a árvore estava abarrotada de presentes. Meus primos chegaram, me ajudaram a instalar o vídeo game que ganhei (um atari!!!) e ficamos jogando um joguinho em que o soldadinho perseguia o ladrãozinho pela noite afora! Perdi a chance de conhecer Papai Noel (Poxa mãe, ele veio bem na hora que eu não estava! Que azar!), mas ganhei um momento único: minha família reunida e verdadeiramente feliz. Conheci a tal da magia viva e plena!

Todos os anos esse dia se repete! E eu espero ansiosamente por ele, pois existem coisas que só fazemos, comemos e vivemos quando chegam as festas de fim de ano. Reunir a família e os amigos, ir à missa do Galo, trocar presentes, preparar a ceia, fazer amigo oculto, montar a árvore, o presépio... Para as comidas reservo um parágrafo!

Peru, tender, chester, lombo, farofa, arroz a grega, maionese de frango, panetone, pudim, manjar, pavê, vinho, champagne, e na manhã de Natal tem rabanada, mais panetone, pães, bolos e biscoitos, croissant, frutas, suco... Ufa! Engordei 3 kg só escrevendo!

Mesmo que a gente pense que o Natal virou mais um comércio que a celebração do nascimento de Jesus em si, não há como negar que seja pelo motivo que for, ou que achamos que seja (sempre digo que Deus tem seus meios de fazer as coisas acontecerem e de fazer as pessoas se aproximarem d’Ele), as tradições, a união e a alegria que essa data nos proporciona nos faz sentir de novo aquilo que sentimos no primeiro Natal!

Mas como isso é possível? Não é a toa que o dia 25 de dezembro é minha data preferida do ano! FELIZ NATAL! FELIZ MAGIA!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Top Five (Das músicas de GLEE)



Antes de qualquer coisa que vocês venham a pensar sobre mim pelo que eu vou dizer na próxima frase, eu já vou logo dizendo como defesa prévia: Sou fã incondicional de GLEE, e não admito falarem mal da série perto de mim. Já deixei claro isso, aqui no blog mesmo, mas quem assiste há de concordar comigo: o programa só faz sucesso por conta das músicas.

A trama até que é legalzinha, há todo aquele envolvimento de seres humanos completamente normais, que fogem dos padrões encontrados nas telas, o que eu acho muito bacana, a gente se vê em vários episódios, mas se não fosse pelas músicas, o programa teria de tudo pra ser apenas mais uma historinha de colégio norte-americana e não ir pra frente. Mas alguém teve a brilhante idéia de jogar umas músicas no meio, diga-se de passagem: QUE MÚSICAS, e a série virou o que virou! Sem mais enrolações, vamos às minhas 5 músicas preferidas:

BEAUTIFUL / CHRISTINA AGUILERA – O famoso grupo de líderes de torcida recruta uma integrante totalmente fora dos padrões. Pra tentar se encaixar, ela começa a fazer uma dieta louca e acaba passando mal. A líder de torcida mais popular vai ter uma conversa com ela, mas é uma conversa tão bonita e tocante, que ela acaba desistindo da dieta e no meio da sua primeira apresentação no grupo das líderes de torcida ela começa a cantar “Eu sou bonita não importa o que eles digam”. Uma das primeiras vezes que chorei com o programa!

I WANT TO HOLD YOUR HAND / BEATLES – Ta, eu falando sobre uma música de Beatles? Suspeitíssimo. No começo da segunda temporada, quando a história ainda tava meio sem rumo, num episódio sobre religião (um dos melhores até hoje), o pai do Kurt ta desacordado no hospital e o Kurt, que não acredita em Deus, começa a cantar essa música e aparecem cenas dele com o pai quando ele ainda era criança, dentre elas quando o pai dá a mão pra ele no enterro da mãe.

(I’VE HAD) THE TIME OF MY LIFE / BILL MEDLEY E JENNIFER WARNES – A música da minha vida, do filme da minha vida! Essa música, diferente das outras que coloquei ai em cima, não foi incluída em nenhum contexto. Escolheram ela pra ir pra seleção do coral que iria pro campeonato regional de corais. Mas muito bem escolhida! Coloco no MP4 e saio dançando pela rua, que nem doida mesmo!

BOHEMIAN RHAPSODY / QUEEN – Uma música de Queen que foi apresentada justamente na hora que a Quin estava ganhando seu bebê. O coral concorrente (Vocal Adrenaline) faz uma mega apresentação de canto e dança de uma música igualmente mega. Na hora de sua apresentação, uma integrante do New Directions, o coral principal da história, começa a sentir as dores do parto. Sua mãe aparece dando a notícia que largou o pai (que tinha expulsado a filha grávida de casa), e nesse alvoroço, vemos as falas de Quin se misturarem à letra da música, como MOTHER na hora que o coral está cantando MAMMA e LET IT GO na hora do LET IT GO! Claro que aos berros de quem está colocando uma criança no mundo.

IMAGINE / JOHN LENNON – Sim, outra de Beatles. Sou fã, então me deixa ta? Uma cena chocante que faz os alunos refletirem. Eles passam o episódio inteiro buscando uma música que desse uma super apresentação, com danças e jogadas de cabelo, quando vão conhecer um dos corais concorrentes: um coral de surdos. O regente começa a tocar Imagine no piano, e um dos integrantes começa a falar a letra, e não cantar. Mas como é surdo, as palavras não são ditas de forma perfeita. Enquanto isso, os demais membros do coral fazem os gestos da letra na língua dos surdos-mudos, e os membros do New Directions, sensibilizados, se juntam a eles e começam a cantar. Uma cena linda, que mostra que não é preciso de muito pra tocar as pessoas.

Ainda poderia ter falado de outras músicas, como Don’t cry for me Argentina, que arrepio sem querer toda vez que ouço, Don’t stop believin’, que é tipo a música tema da série, Smile, do Charles Chaplin, que me fez chorar, várias da Madona, que teve um episódio só pra ela, Nowadays / Hot honey rag, de Chicago, que conta com a voz de ninguém mais, ninguém menos que Gwyneth Paltrow, mas faria, no caso, um top five hundred! Quais seriam as suas 5 escolhidas?


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Glee



Da paixão por séries eu já falei. Da paixão por música, já falei. Da paixão pelo coral, já falei. Porque então falar de GLEE, se é simplesmente uma mistura de tudo isso?

Porque não é simplesmente uma mistura disso! A história de um professor de espanhol, que tenta reerguer o coral da escola, o tal "Glee Club" (Clube do Coral), que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos na instituição, mas que na atualidade só atrai os alunos pouco populares e sofre constantes ataques da treinadora do time de líderes de torcida, vai além da mistura de série + música + coral.

Pra começo de conversa, os atores principais, integrantes do Glee Club, não são todos louros, de olhos claros, magros, lindos e cheirosos. Em algum momento da série você se identifica com alguém, seja com a gordinha comedora compulsiva, o homossexual, o cadeirante, a gótica, o nerd, a popular que foi rejeitada por estar grávida, o popular que não se identifica com a popularidade... Pessoas comuns, com problemas comuns! Pessoas extremamente diferentes umas das outras, mas que encontram na diferença o motivo para se unir!

E assistindo o decorrer dessa união você chora, ri, canta, fica com raiva, se alegra, se emociona! Um misto de sensações ao longo de uma temporada embalada pelo som de clássicos como Queen, Madonna, Celine Dion, Kiss, Bon Jovi, Lady Gaga, Beyoncé, e inclusive de peças retiradas de musicais da Broadway, como Chicago e Wicked.

Não é a toa que virou febre!

2ª temporada estreiou ontem! Deixei alguém com vontade de ver?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...