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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Oscar 2012


Como fiquei muito satisfeita com o Oscar 2011, que além de ter me proporcionado a oportunidade de ver 10 ótimos filmes, não me deixou ficar alheia durante a premiação e me rendeu um excelente post, esse ano também resolvi assistir os indicados a categoria de melhor filme!


A árvore da vida - De verdade? O filme mais esquisito que eu já vi. Tudo começa com a cena de uma notícia da morte de um dos 3 filhos de uma moça. Depois aparece um casal adulto, e descobrimos ser o marido (Sean Penn) um dos tais 3 filhos, se desculpando pelo telefone com o pai por não se sabe o que. Em seguida temos, nada a mais, nada a menos, que 16 MINUTOS E 40 SEGUNDOS (contados) de cenas, ao que parece, retiradas do discovery channel, que passam das explosões do universo e erupções vulcânicas, aos dinossauros e águas-vivas. Por fim, quando pensamos que a história começa a ser desenvolvida, tudo não passa de trechos desordenados das memórias dos seus protagonistas, sem uma trama definida. Apesar de tudo isso, o filme não deixa de mostrar, a todo momento, cenas belíssimas e encantadoras, uma trilha sonora divina, atuações impecáveis e uma mensagem fabulosa da celebração da vida e do amor.


A invenção de Hugo Cabret - Hugo é um garoto de 12 anos que, após a morte de seu pai, um relojoeiro que trabalhava num museu, passa a morar nos relógios de uma estação de trem parisiense. Hábil em consertar relógios, o garoto utiliza suas habilidades para consertar um robô achado por seu pai, acreditando que o mesmo possui uma mensagem para ele. Mas o que ele não espera é esbarrar com pessoas que o revelará muito além do que ele imaginava encontrar: os encantos do cinema. O filme trás ainda uma mensagem muito bonita sobre o mundo, as máquinas, suas peças, as pessoas... Enfim, Scorsese é Scorsese. Não é a toa que recebeu 11 indicações.


Cavalo de guerra - Confesso que se não fosse pelo oscar, dificilmente teria assistido cavalo de guerra. É que filmes de relações humano-animais, bem como filmes de guerra, não me atraem. Mas confesso ainda que teria perdido a oportunidade de ver um excelente filme. "Apresentados" no momento do nascimento de Joey (o cavalo), ele e Albert criam uma relação de cumplicidade e carinho. Com o tempo são separados por uma grande guerra, mas decididos a se encontrar de novo. A trajetório de Joey, no entanto, não é fácil. Mas a maneira como ele enfrenta todas as situações faz dele o mais nobre dos soldados! E não se assuste pelas quase duas horas e meia de filme. Elas passam despercebidamente!


Histórias cruzadas - Eugenia Skeeter, recém-formada em jornalismo, após concluir a faculdade retorna à sua cidade natal no interior do estado do Mississipi, mas percebe ali um racismo exagerado. Revoltada com a situação das empregadas do local, que eram indispensáveis às famílias, mas extremamente maltratadas, resolve escrever um livro a partir do ponto de vista delas. E durante a redação desse livro, inúmeros fatos ocorrem. São cenas de preconceito, descaso e violência sim, mas que despertam o sentimento de revolta só nos espectadores, e não nas vítimas de tudo isso. Nelas, ao contrário, o sentimento é de determinação para mudar tudo aquilo! E o bom de vê-lo no cinema foi não chorar sozinha... No meio do filme escutamos várias fungadinhas!


Meia noite em Paris - Se lembram quando eu escrevi sobre como gostaria de ter nascido em outra época? É exatamente disso que o filme fala! Um rapaz, prestes a se casar, visita Paris com o desejo de viver ali, porém nos anos 20. E quando Notre Dame anuncia as 12 badaladas da meia-noite (ok, não sei se os sinos do filme são de Notre Dame, mas achei que ficaria uma frase de efeito)... Enfim, quando chega a meia-noite ele embarca numa deliciosa viagem à sua época favorita, tendo, inclusive, a oportunidade de conhecer grandes ídolos, como Pablo Picasso, Salvador Dalí, Cole Poter, Ernest Hemingway e Scott Fitzgeral.  Essa viagem, porém, o revela fatos que ele não conseguia enxergar no seu presente.


O artista -  Sempre digo que existem, basicamente, dois tipos de filmes: aqueles que trazem uma história, e aqueles que trazem uma mensagem. Exemplo: cavalo de guerra traz uma história. A árvore da vida, uma mensagem. Quem quer ser um milionário, história. Ensaio sobre a cegueira, mensagem. Alguns trazem os dois. Mas o artista me mostrou uma terceira classificação básica. Pra mim, além da história, além da mensagem, o filme mostrou principalmente a importância da música no cinema. Especialmente num filme mudo, onde só ela pode trazer o suspense, a comoção, a alegria e o drama necessários. Além disso tem a história: um astro do cinema mudo, George Valentin, vê sua carreira acabar com a chegada do cinema "falado". Consequentemente, casamento e dinheiro também se vão. Ao mesmo tempo uma nova estrela em ascenção, apaixonada pelo autor, surge. E o encontro dos dois, claro, é inevitável. Ah, tem também a mensagem, de amor ao cinema e toda sua história! Completo! Fantástico!


O homem que mudou o jogo - Outro tipo de filme que não chama a minha atenção são os de esportes. Especialmente quando se trata desses jogos que não entendo a dinâmica, como futebol americano, rugby ou baseball. O que acaba me deixando surpreendida com a maioria, já que os pego para assistir com a expectativa tão baixa. O homem que mudou o jogo traz muito do baseball, mas mostra tão mais além do jogo! Um gerente de um time de baseball, o Oklahoma Athletics, se une a um economista pouco experiente no jogo, mas analista brilhante com números, para tentar salvar o time que conta com poucos recursos financeiros. Sem ter como angariar grandes estrelas para o time, os dois resolvem arriscar, mudando toda as táticas, e acabam por criar uma perspectiva totalmente nova do jogo! Confesso que até eu fiquei apreensiva com os campeonatos. Com os placares, claro. As regras continuo sem entender!


Os descendentes - Esse filme conta a história um homem rico, lindo, morador do Hawaí (um paraíso) que, apesar de ter aparentemente tudo, não está imune às catástrofes da vida, como ele próprio descreve no início da narrativa. Acontece que Matt é um advogado que não está presente na vida da esposa e das filhas, mas se vê forçado a reexaminar suas prioridades depois que a esposa sofre um acidente de barco. Além de não fazer ideia de como lidar com as filhas, ter que aguentar a pressão dos primos e do estado sobre sua decisão a respeito da venda de um terreno da família, descobre que a esposa o traía. Apesar de um final clichê e previsível, Os descendentes é um filme envolvente e agradável.


Tão forte e tão perto - Preciso contar uma história antes de falar desse filme. Porque eu juro que cheguei a pensar que, por conta dele, eu só colocaria esse post no ar um dia antes da premiação, já que ele só estreia nos cinemas daqui dia 24/02. Procurei loucamente por um link para download, mas estava impossível achar legenda pra ele. Considerei até assisti-lo sem legenda. Com o inglês um pouco enferrujado, perderia algumas falas, mas já que assisto algumas séries assim e no fim das contas pego a mensagem geral numa boa, tentei. Mas novamente sem obter sucesso! Eis que no dia 15/02 descubro que haveria uma pré-estreia no dia 16/02. Cacei e cacei ingresso pra comprar, em vão! Só para convidados. Mas ao entrar num blog que acompanho sobre cinema, o cinema de boteco, estava lá, linda e graciosa, a promoção por um par de ingressos (com direito a pipoquinha e tudo mais). Ganhei, assisti, e adorei! Oskar e Thomas têm uma relação especial de pai e filho. Com as inúmeras fobias do filho, o pai inventa brincadeiras de busca que o incentivam a enfrentar seus medos. Mas com a morte de Thomas no world trade center, o menino passa a ter que lidar com a dor da perda. Mas parece que até nisso o pai pensou! Ao encontrar uma chave misteriosa no armário do pai, ele parte em busca da fechadura, vivendo a maior expedição que já fez! E apesar de toda tragédia envolvida, o filme tem diversas passagens bem-humoradas! Uma amostra de amor, coragem, aproximações e superação!

Minha aposta é O artista, embora minha torcida seja pro Cavalo de Guerra!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

TOP FIVE (Dakota Fanning)


Sou fã dessa menina desde quando ela era bem novinha. E ao assistir um filme de quando ela ainda tinha lá seus 8 anos e um filme recente, percebemos o quão rápido o tempo passa, e o quanto algumas coisas não mudam. O talento dela é prova viva disso! Dakota Fanning é excelente atriz desde criança, e ta aí pra mostrar que isso nunca vai mudar!

UMA LIÇÃO DE AMOR - Em seu primeiro filme, aos 8 anos, Dakota interpreta Lucy, filha de um pai solteiro que possui uma deficiância mental. Extremamente ligados um ao outro, pai e filha estabelecem uma relação sadia e repleta de amor até que uma assistente social o julga incapaz de cuidar de uma criança, já que ela completara 7 anos, o que corresponde à idade mental do pai. Disposto a tudo para recuperar a guarda de Lucy, ele consegue o auxílio de uma bem-sucedida advogada, em cenas que comovem todos os espectadores.

GRANDE MENINA, PEQUENA MULHER - De um lado Molly Gunn e de outro Lorraine Schleine (Ray). Molly é uma jovem que, ao perder os pais em um acidente de avião quando ainda criança, se viu milionária e sem ninguém para lhe impor limites. Desse modo, cresce sem assumir responsabilidade alguma, vivendo seu próprio conto de fadas moderno. Ao levar um golpe do contador e perder toda sua fortuna, se vê obrigada a trabalhar como babá. Assim conhece Ray, uma criança que, tendo um pai em coma e uma mãe 100% dedicada ao trabalho, se tornou extremamente responsável, cismada, hipocondríaca e irritantemente adulta. O encontro desses dois mundos exagerados rendem risos e lágrimas, no filme mais "gracinha" que já assisti!

CHAMAS DA VINGANÇA - Um ex-agente da CIA, torturado pelas lembranças de seus atos passados, torna-se alcoólatra e decide sair dos Estados Unidos. Ao visitar um antigo colega no México, ele recebe uma proposta para se tornar guarda-costas da pequena Pita (Dakota Fanning), filha de um poderoso empresário mexicano. Creasy, inicialmente relutante em aceitar o trabalho, acaba se apegando à garotinha e quando a pequena é sequestrada, o sujeito resolve se vingar de todos os responsáveis, diretos e indiretos, pelo que ocorreu. Diferente de Grande menina, pequena mulher, Dakota Fanning brilhantemente se mostra uma criança precoce, porém inteiramente inocente, tirando de si todo o exagero adulto exigido na comédia anterior. 

A VIDA SECRETA DAS ABELHAS - Um amadurecimento notável de duas pessoas: Dakota Fanning, que claramente deixa pra trás qualquer ar de criança, e Lily, a personagem interpretada por Dakota que, após ter matado acidentalmente a mãe, cresce com essa culpa e única lembrança da mãe. Mora com um pai rancoroso e agressivo e com a  e a empregada negra Rosaleen. Depois de vivenciarem um ato de violência na busca pelos direitos civis da empregada, as duas, guiadas por uma foto da mãe de Lily, fogem para o apiário de August Boatright e suas irmãs, June e May, o que muda suas vidas para sempre.

THE RUNAWAYS - O filme traz a história da banda The Runaways, grupo que alcançou imenso reconhecimento como a primeira banda de sucesso de rock formada apenas por mulheres, na década de 70. Recheado de sexo, drogas e rock n' roll, é o filme que traz à cabeça a frase: É Dakota, você cresceu...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

TOP FIVE (Dos personagens da Disney)

É o mês das crianças, eu quero falar de Disney de novo e pronto! A palavra Disney representa o lugar do mundo que eu mais tenho vontade de conhecer, a pessoa que mais admiro e a produtora dos melhores filmes já inventados! E o legal dos filmes da Disney é que, apesar de os personagens principais serem extremamente famosos (Mickey, Cinderela, Aladdin...), os coadjuvantes ganham um destaque que os fazem, muitas vezes, serem os mais legais!



DORY – Pra mim, a melhor invenção desde a chapinha de cabelo! Dory é uma peixinha simpática que graças à sua perda de memória recente se torna amiga de Marlin, o pai do Nemo, e com ele parte pra uma longa jornada em busca do peixinho. Ela é engraçada e sempre solta alguma pérola, e ainda fala baleiês como ninguém!






WOODY – Não há quem descreva melhor o Woody que seu próprio dono, Andy: “Ele é corajoso, como um vaqueiro deve ser... Bondoso, inteligente, mas o que faz dele especial é que ele nunca desiste de você, nunca! Ele sempre estará lá por você, não importa o que aconteça.” Quem não quer um amigo fiel assim?






EDNA MODA – designer de moda excêntrica que desenha figurinos para muitos membros da comunidade de super-heróis, e criadora oficial dos uniformes dos incríveis. Ela não leva em conta somente a estética da roupa em si, mas também seus usos práticos, como qualidades de proteção e alojamento para os poderes do usuário. Um luxo!






JACK SPARROW – Capitão Jack Sparrow! Pirata interpretado por Johnny Depp em Piratas do Caribe. Ele pode ser traiçoeiro, mas sobrevive principalmente usando inteligência e negociação ao invés de armas ou força. Prefere fugir de situações perigosas e luta somente quando não tem jeito, mas tudo com um estilo e atitude que fazem dele a personagem mais caricata que conheço!





TIMÃO – Aquele suricate egoísta e ganancioso amigo do Pumba que criam Simba, o Rei Leão, com o lema “Hakuna Matata”, ou seja, sem preocupações. É um bichinho dramático e engraçado ao extremo!



P.S.: Deixo registrado ainda meu amor por Boo, Mike Wazowski, Chapeleiro maluco, Sr. Fredricksen, Mushu, Gênio e Buzz Lightyear!

domingo, 2 de outubro de 2011

O Rei Leão


Das muitas coisas que me fazem ser grata à minha mãe, uma delas é a paixão por cinema e filmes! Lembro-me de ser muito novinha e acordar aos sábados de manhã e encontrá-la na sala assistindo inúmeros filmes alugados na véspera. Deitava nas pernas dela e assistia tudo que passava, não me importando com o gênero. Quando íamos à casa da minha tia, o ônibus da volta parava num ponto em frente a um cinema. Era o ônibus demorar uns cinco minutinhos (o que não era raro) e já estávamos as duas adentrando naquele mundo sempre mágico pra mim! E numa dessa entradas inesperadas, conheci O Rei Leão. Tinha uns 5 ou 6 anos, mas me lembro de tudo como se fosse ontem, até de como deitei a cabeça no colo da minha mãe pra chorar quando o Mufasa morreu.

Há uns dias atrás descobri que O Rei Leão teria uma exibição especial em 3D. Não pensei duas vezes se ia ou não assistir! Queria ver como seria a experiência de assistir novamente no cinema um filme que vi cerca de 20 anos atrás.

E como boa manteiga derretida que sou, já comecei a chorar assim que o sol começa a nascer na telona (a cena inicial)! Toda aquela sensação maravilhosa que me lembrava ter sentido quando era criança voltou! Não tem nem como explicar! Não tive o colo da minha mãe pra deitar quando o Mufasa morre (provocando novo chororô), mas ver aquela história querida no cinema de novo, reparar a reação das crianças a cada cena (do meu lado estavam dois irmãos – um de 4 anos e um de 2 –  mega fofos que comentavam tudo!), tirar uma tarde pra mim mesma, fez de tudo uma experiência super válida, que não podia deixar de dividir com vocês!

Alguém tem um filme marcante e especial assim?

sábado, 20 de agosto de 2011

TOP FIVE (Das traduções esquisitas dos títulos de filme)


Não me considero uma cinéfila ainda, mas enquanto amadora e admiradora da 7ª arte, já tinha me atinado para traduções estranhas dos títulos dos filmes. Sei que algumas são necessárias, como é o caso de Jogos mortais, que em inglês se chama Saw, algo que funcionaria como um trocadilho para serra, viu e quebra-cabeça, mas não tendo palavra portuguesa correspondente que represente tantas coisas, acabou numa tradução que, apesar de não literal, funcionou muito bem. Outro trocadilho que é perfeito em inglês (um dos muitos motivos que me fazem amar esse filme), mas não faria sentido algum em português é (500) days of summer ((500) dias de verão/ (500)dias de summer – que é o nome da garota), que acabou tendo de ficar (500) dias com ela. Mas não encontro motivos para alterações tão grandes que são feitas em tantos outros títulos. A vontade de falar sobre esse assunto veio quando, lendo o blog da Chata de galocha, vi a intenção dela de escrever sobre esse tema futuramente, ao mencionar o filme Os brutos também amam (que em inglês se chama “Shane”. Oi? ). Enfim, como nada se cria, tudo se copia, vim deixar minha lista (de mais de cinco, dei uma roubadinha dessa vez!):

SESSÃO DA TARDE – Os filmes típicos de sessão da tarde geralmente apresentam essa peculiaridade de tradução tosca. Um filme chamado AIRPLANE (avião) vira APERTEM OS CINTOS... O PILOTO SUMIU! THE NAKED GUN (Arma nua) vira CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ! HOME ALONE (Sozinho em casa) vira ESQUECERAM DE MIM!

CONTINUAÇÕES – Os tradutores, não achando que o trocadilho inglês vá funcionar no Brasil, ou simplesmente não gostando do título original literalmente traduzido, fazem adaptações que realmente funcionam. Até o filme dar tão certo a ponto de ter uma continuação... É o caso de MY GIRL (Minha garota), que se transformou em MEU PRIMEIRO AMOR. Até aí tudo certo. Mas quando lançaram MY GIRL 2, simplesmente jogaram o 2 pro final da tradução, fazendo Minha garota 2 virar MEU PRIMEIRO AMOR 2. Não seria o caso do Meu segundo amor? Ou mais alguém teve dois primeiros amores? OCEAN’S ELEVEN (Os onze do Ocean – sendo Ocean o líder da gangue) virou ONZE HOMENS E UM SEGREDO. Mesmo caso do duplo sentido inglês que não funcionaria no português. Mas as continuações foram chegando e os títulos multiplicando segredos. DOZE HOMENS E OUTRO SEGREDO para OCEAN’S TWELVE (Os doze do Ocean) e TREZE HOMENS E UM NOVO SEGREDO para OCEAN’S THIRTEEN (Os treze do Ocean). Haja segredo!

COMPLEMENTAÇÕES – Aqui os tradutores não acham tradução para o título. Então, para não simplesmente copiar o título original, acrescentam a ele uma dose de criatividade! MOULIN ROUGE – Amor em vermelho / TAXI DRIVER – Motorista de táxi / DIRTY DANCIN’ – Ritmo quente / ERIN BROCKOVICH – Uma Mulher de Talento / NINE – A salvação / PATCH ADAMS – O amor é contagioso...

PÂNICOS – Que PÂNICO não é a tradução de SCREAM (=gritar) todo mundo já sabe. Mas apesar dos pesares, o filme entra naquela classificação do início do post de títulos que, apesar de não literalmente traduzidos, funcionaram. O problema é que qualquer outro terror que chegava por aqui, tacavam um Pânico no meio. ADRIFT (À deriva) é PÂNICO EM ALTO MAR. REEKER (Algo do tipo mal cheiroso) é PÂNICO NO DESERTO. WRONG TURN (Desvio errado) é PÂNICO NA FLORESTA. TIMBER FALLS (Queda de madeira) é PÂNICO NA FLORESTA 2. FROZEN (Congelado) é PÂNICO NA NEVE...

MEMORÁVEIS – E tem aqueles que simplesmente são esquisitos sem nenhum motivo especial! THE HANGOVER (A ressaca) = SE BEBER NÃO CASE. MYSTIC RIVER (Rio místico) = SOBRE MENINOS E LOBOS. THE ITALIAN JOB (O trabalho italiano) = UMA SAÍDA DE MESTRE. E o top, na minha humilde opinião, é REVOLUTIONARY ROAD (Estrada revolucionária) = FOI APENAS UM SONHO. E vamos contar o final do filme já no título, né?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pânico


 

Minha prima e eu, numa das nossas inúmeras idas ao cinema, descobrimos o lançamento de Pânico 4 dentre os trailers de O turista. Lembramos como éramos fãs de filmes de terror quando pequenas e decidimos re-assistir os 3 primeiros filmes antes de partir pra estréia do 4º da série. E eu, mais que isso, como boa fã de Friends, procuro assistir qualquer coisa que tenha aparições de um dos seis amigos (ou pelo menos a voz deles, como no caso de Madagascar) enquanto fico na esperança de um dia lançarem o filme do seriado.

Não conseguimos pegar a estréia. Não conseguimos nem pegar o filme no cinema! Quando terminamos de ver a trilogia inicial, o 4º já tinha saído de cartaz e tivemos que baixá-lo para cumprir o combinado. Mas a experiência foi ótima!

No primeiro Pânico descobrimos o porquê da sátira Todo mundo em pânico. O filme simplesmente não se leva a sério! Pra começo de conversa, o assassino, ou melhor, os assassinos, por serem dois adolescentes, têm todo um ar pateta. Caem, apanham, tropeçam... O filme ainda relembra vários clássicos do terror, como Frankenstein, A Hora do Pesadelo, Halloween e Sexta-feira treze. E além de relembrá-los, critica-os a todo instante, fazendo com que os personagens atacados, ao estarem na cena típica de um filme de terror, comentam e cometem o erro dos filmes de terror!

Pânico 2 e 3 não causam grande emoção, trazendo de volta a pergunta: “quem será o assassino?”, porém revelando personagens inimagináveis como resposta: aquela repórter secundária ou um diretor que mal aparece... Fica impossível desvendar o mistério por nós mesmos, pois será sempre inventada uma história complexa de um ser que é impossível de ser desconfiável! As duas continuações ainda brincam de misturar a história do primeiro filme com a produção de filmes produzidos dentro do filme... Uma bagunça! Mas gostei de ver, no meio de Pânico 2, referências a atores de Friends (Jennifer Aniston – Rachel e David Schwimmer – Ross), além de ver rostos amados de outras séries em Pânico 3, como Kelly Rutherford (Lily van der Woodsen/Bass/Humphrey de Gossip Girl) e Patrick Dempsey (Dr. Derek Sheperd de Grey’s anatomy)! Já valeu por isso!

Pânico 4 impressiona! O filme não deixa na cara quem é o assassino, mas também não o esconde! O trio principal se mostra em ótima performance (Courteney ainda parece ser Monica), atuando numa mistura de remake + continuação! Para os fãs do original decepcionados com o desfecho dado há 10 anos atrás, um final decente, afinal!

sábado, 16 de julho de 2011

It all ends


“Tudo termina” é o que estava escrito nos pôsteres anunciando o último filme da saga Harry Potter. “Tudo termina” é a frase que vários fãs tiveram que engolir com lágrimas nos olhos e aperto no coração. Apesar de já sabermos previamente o final de toda história (que começou com um pré-adolescente esquisitinho e rejeitado descobrindo um mundo de magia em que ele não era somente aceito, como também famoso), a estréia da segunda parte de Harry Potter e as relíquias da morte representou o verdadeiro fim.

Tudo termina. Acabou!

E acabou com estilo! O filme começa exatamente com a mesma imagem que fechou a primeira parte, já mostrando todo ar sombrio que está por vir. Hogwarts, o lugar que outrora fora o mais seguro do mundo (inclusive mais seguro que Gringotes), se encontra dominada pelo novo diretor Severo Snape, e o mundo bruxo, anteriormente um lugar de encantamento e alegria, agora é palco de medo e escuridão dominado pelo Lord das Trevas, Voldemort. Lutas e temor tomam conta da tela a todo o momento, e ver aqueles personagens queridos defendendo bravamente seus ideais é de emocionar! E ver Hogwarts desmoronar é de um pesar inimaginável. E mesmo em meio a todas essas catástrofes, o diretor encontra espaço para introduzir um pouco de humor e romance, despertando as mais diferentes emoções em nós, espectadores, uma atrás da outra. No desfecho ainda são introduzidas imagens dos personagens desde o início, o que faz com que percebamos como eles cresceram e deixaram as brincadeiras darem lugar a valentia e coragem, fazendo o peito apertar só de imaginar a saudade que vão deixar. Pelo menos ver a plataforma 9 ¾ pela última vez apertou o meu...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

TOP FIVE (Dos filmes de música)


O objetivo inicial era fazer um TOP FIVE dos musicais da broadway que viraram filmes, tais como Hairspray, Mamma Mia e Chicago. Depois, querendo colocar alguns filmes musicais que não foram espetáculos da Broadway, mudei o tema para TOP FIVE dos filmes musicais. E por fim, ficando na dúvida se todos os filmes escolhidos se encaixavam no gênero musical, eis um TOP FIVE dos meus filmes-que-têm-música-no-meio favoritos!

DIRTY DANCING – O filme da minha vida! Sempre que me perguntam qual seu filme favorito, a resposta é dirty dancing. Acho que todo mundo conhece a história, portanto não preciso ficar aqui contando né? Bom que posso me concentrar no que mais gosto no filme: a dança final! A história toda do filme é construída pra ela, desde o momento em que Johnny (Patrick Swayze) conhece Baby (Jennifer Grey), passando pelos passos aprendidos num treino para uma apresentação de dança a ser feita no meio de uma batalha entre classes sociais interpretadas pelos hóspedes de um hotel e seus funcionários e chegando finalmente no drama total perfeitamente descrito em I’ve had the time of my life!

CHICAGO – Gosto da história de Chicago pela sátira que faz ao teatro envolvido no julgamento de um acusado. Gosto de Chicago pela escolha dos atores que o interpretam no filme, nada mais, nada menos que Richard Gere, Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger, contando ainda com a participação de Queen Latifah e Lucy Liu. Gosto de Chicago pelas músicas, especialmente Cell Block Tango, Mister Cellophane e Nowadays. Gosto pela dança, pelo cenário, pelas imagens, pelas cores, pelo figurino... Enfim, completo!

MOULIN ROUGE – Mas completo mesmo é Moulin Rouge. Um espetáculo, literalmente, uma vez que começa abrindo cortinas e termina fechando as mesmas, tal qual como num grande espetáculo. O filme apresenta, brilhantemente, durante todo seu curso, a história de um pobre escritor que se apaixona pela mais bela e desejada cortesã de Paris, envoltos por músicas contemporâneas interpretadas numa época passada, que nos faz baixar toda trilha assim que terminamos de assistir. Como disse o grande mestre Pablo Villaça, uma grande festa para os olhos, ouvidos e mente.

DANÇA COMIGO? – Olha o Richard Gere aqui de novo! E interpretando novamente um advogado! Em dança comigo? ele é John, um advogado que se vê numa rotina perturbadora quando, tentando se aproximar de uma bela professora de dança que o encantou, se matricula numa academia de dança.  Porém, quando a professora corta suas esperanças de aproximação, John descobre que a dança é que lhe realmente encanta!

O SOM DO CORAÇÃO – Sabe quando você está dormindo, o despertador toca e você pede só mais cinco minutinhos? O som do coração é um filme que quando chega ao final você pede com a mesma vozinha: Por favor, só mais cinco minutinhos! Basicamente o filme trata da busca de um garoto que, depois de se perder dos pais, acredita que com a música vai encontrá-los.

P.S.: Só pra fazer uma indicação, AMO o fantasma da ópera. Seria o sexto dessa lista, ou apareceria no post inicial que falaria somente dos musicais da broadway que viraram filmes. Porém, como o post passou por transformações, ele acabou ficando de fora. Mas fica registrado!


segunda-feira, 6 de junho de 2011

X-Men First Class


Nesse final de semana fui assistir X-Men primeira classe. Como todo bom nerd, adoro X-men e tantas outras HQ’s que, vira e mexe, aparecem nas telonas.

Simplesmente Ó – T – I – M – O! Poupou o lançamento de vários outros filmes do estilo Wolverine, já contando as histórias de Xavier, Magneto, Mística e Fera.

O filme começa mostrando a história do Magneto, e apesar de eu nunca tê-lo visto como um vilão, ao assistir esse filme muitas outras pessoas passarão a não vê-lo assim também. Tudo porque é desvendado como ele se tornou esse ser amargurado. E na busca por sua vingança, ele acaba encontrando Xavier, que se revela doce desde sempre! E apesar das diferenças, os dois se tornam amigos e passam a procurar e recrutar outros mutantes, o que os deixará à altura do inimigo de Magneto, que conta também com um pequeno time de mutantes. Esse confronto se dá no período pós 2ª Guerra, e misturando cenas do conflito Estados Unidos X União Soviética durante a Guerra Fria e a crise dos mísseis cubanos com a história dos personagens, Jane Goldman (o roteirista) consegue nos fazer pensar, por um instante, que seus personagens fantásticos foram os responsáveis por, de um lado quase desencadear a Terceira Grande Guerra e, por outro, impedi-la de acontecer.

Nesse ínterim o filme volta a mostrar sua idéia central já explorada nos três primeiros da série, usando a discriminação contra os mutantes como metáfora às discriminações sofridas por tantas minorias nos dias atuais, e mais, volta a mostrar aqueles velhos discursos de Magneto sobre auto-aceitação (o que sempre o fez um personagem querido pra mim).

Além da emoção que sempre sinto em ir ao cinema (o coração até bate mais forte quando começa a musiquinha da Fox), me deparar com um filme dessa qualidade transformou o domingo (geralmente um dia morto). Portanto, fica a dica!

P.S.: respondeu à sua pergunta, Carlinhos?

quinta-feira, 31 de março de 2011

Comer Rezar Amar


Com esse título, esse post poderia falar sobre mim! Uma pessoa que se resume a isso: comer, rezar, amar. O resto das coisas que faço são, ou conseqüências desses três atos, ou mero preenchimento de horas vagas. Mas vou falar do filme, que leva o mesmo título!

Tudo começa quando Liz e seu marido decidem que ela sossegaria, teria filhos e se dedicaria mais ao lar. Sem ter certeza de que é isso que realmente quer naquele momento, ela se desespera ao ouvir o marido dizer que vai voltar pra faculdade, e como atitude desesperada ela começa a rezar, costume que nunca tinha tido até então. Resolve sair do casamento e já engata em outro relacionamento, com um ator “zen” que desperta nela um lado religioso. Percebendo que com ele teria um casamento com rumo similar ao primeiro, decide fazer uma viagem pela Itália, Índia e Indonésia. Os três destinos escolhidos começam com a letra I, tradução do inglês para EU, que revela sua busca pessoal, e é nessa viagem que percebemos a complexidade do universo feminino.

Sua estada na Itália foi recheada dos prazeres da gula! Bate aquela fome ao assistir o filme! Além do prazer encontrado no comer sem culpa, no comer sem se preocupar em engordar, no comer até se fartar, ela ainda descobre o prazer de não fazer nada, pregado pelos italianos. Na Índia, ela se dirige ao templo da guru do último namorado. Confronta ali a dor da qual pensava já estar curada para, finalmente, perdoar-se. Conta, para isso, com a ajuda de dois amigos: Tulsi, uma jovem indiana que sonha seguir carreira como psicóloga, mas acaba num casamento arranjado, e Richard, um texano que a leva a conhecer seus próprios limites. Finalmente, em Bali, Liz reencontra um xamã que conhecera outrora. Conhece ainda três figuras que se tornarão importantes na sua história: uma doutora da floresta, sua filha, e Felipe, um brasileiro interpretado pelo charmoso espanhol Javier Bardem.

História, trilha, fotografia, atuações, tudo em harmonia para um filme nota 10. Para quem gosta de viajar, um despertar da vontade de embarcar no próximo avião. Para quem gosta de comer, uma coceirinha na mão pra dar pause e preparar um lanchinho. Para as mulheres, uma reflexão, e para os homens, um passeio para o complexo universo feminino, seja o de uma menina de 04 anos, seja o de uma idosa de muitos anos!

P.S.: Feliz aniversário Aninha! Companhia perfeita, seja pra comer, seja pra rezar! Quanto ao amor, dedico o meu todo a você hoje!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Os indicados ao Oscar


E então que quando saiu a lista dos indicados ao Oscar eu cismei de ver todos os filmes da categoria que indica os melhores e vim dar uma de crítica hahaha Meus singelos comentários estão longe disso, vim só deixar minha (humilde) visão pra vocês!


127 Horas – Resumo esse filme em uma palavra: Agonia. Agonia que começa com 15 minutos de filme e só termina no último minuto. Agonia que só senti igual no filme Abismo do medo. Prazer: uma claustrofóbica vos fala! E só a ideia de ficar presa me causa aflição. As únicas excursões que não fiz com o colégio foram aquelas que envolviam grutas e cavernas. Mas não estou aqui pra falar de mim, e sim do filme! Baseado numa história real retirada de um livro escrito pelo próprio protagonista, 127 horas é um filme que mostra o acidente sofrido por Aron Ralston em 2003 numa escalada (?) que o deixou preso pelo braço numa pedra por 5 dias (as tal 127 horas), até conseguir escapar em busca de ajuda. Além das imagens do desespero sofrido pelo alpinista (que tem um ótimo senso de humor), o filme ainda traz suas memórias, lembranças e delírios, nos passando lições como: não estamos no controle de tudo, as coisas que nos acontecem são conseqüências dos nossos próprios atos e aquela clichêzinha de como não devemos desistir!


A Origem – Um dos melhores filmes de ficção científica que já vi, se não for o melhor. Uma equipe de espiões, ao invés de roubar cofres e bancos, rouba informações da mente de pessoas ao entrar em seus sonhos. Surge então uma proposta para que seja feito o contrário: ao invés de roubar uma ideia da cabeça da pessoa, que seja implantada uma. Para isso eles elaboram um complexo labirinto de sonhos dentro de sonhos, exigindo ao máximo nossa atenção, criando uma angústia para ver aquela trama resolvida e proporcionando um final conveniente para cada espectador, de acordo com seu próprio sonho!


A Rede Social – Qual foi a maior proeza que você já fez quando estava bêbado e com raiva por conta de um coração recém-partido? Foi assim que se deu o início da maior rede social do mundo – o facebook. Num primeiro momento, Mark apenas desabafa em seu blog. Não contente com isso, cria um programa que consiste em comparar as garotas da faculdade, o que acarreta para sua já nada boa reputação de nerd uma rejeição ainda maior. Porém, Mark consegue chamar a atenção dos ricos e famosos gêmeos Winklevoos, que o convidam para participar da criação de uma rede social exclusiva de Harvard. As ideias de Mark, no entanto, vão além, e com a ajuda financeira de seu único amigo cria o facebook. Uma série de processos se iniciam contra ele, e o final dessa trama todos nós já sabemos! 500.000.000 de usuários de uma empresa cujo valor ultrapassa US$25.000.000.000,00! Facebook me?


Bravura Indômita – Confesso ter deixado esse filme pra assistir por último por simples e puro preconceito. Faroeste. E não me pareceu diferente de outros faroestes já vistos, a não ser pelo fato de uma menina de 14 anos sair em busca do assassino de seu pai para vingar sua morte. Sua maturidade e esperteza chamam atenção mais que qualquer outra coisa, revelando ser ela a possuidora da verdadeira bravura indômita, com determinação suficiente para levar essa vingança até o final! Para quem gosta do estilo, um bom filme.


Cisne Negro – Comecei achando que se tratava de uma doença. Depois de uma mãe super protetora. Passei a achar que era bipolaridade, que não demorou muito pra transformar em múltipla personalidade, e quando por fim cheguei à conclusão que se tratava da história do Lago dos Cisnes dentro do Lago dos Cisnes pasmei. O filme terminou e eu fiquei sem reação! Saí pra dar uma volta e por as idéias no lugar. Desde o primeiro momento mergulhamos no inconsciente de Nina, bailarina super dedicada, porém insegura, infantil e frágil. Ao ser escolhida para ser a rainha dos cisnes, papel principal do balé “Lago dos cisnes”, começa a ser cobrada para libertar seu cisne negro e interpretar o papel de Odile com perfeição, sendo que perfeição tem conceitos diferentes para Nina e Thomas, o diretor. A partir deste momento ela passa lutar contra os cuidados excessivos (e porque não cruéis) de sua mãe, contra seu medo de fracassar e contra uma nova bailarina, que apresenta características mais marcantes do cisne negro. Embalado por Tchaikovsky e envolto de efeitos visuais, é um filme simplesmente fantástico!


Inverno da Alma – O filme trata basicamente do desaparecimento de um traficante numa cidade em que todos (pelo menos todos que aparecem, tirando a polícia) são envolvidos com crime. Fiquei com um nó na garganta durante todo o filme, porque quem sai em busca da solução desse mistério é sua filha, Ree. A garota de 17 anos o faz desesperadamente por tentar salvar sua casa, objeto de fiança da dívida do pai. Com a tomada da casa, o fim da família (dois irmãos menores e uma mãe doente) seria certo. Presente em todas as cenas e bastante focada, a protagonista revela ser muitas mulheres em uma: determinada, corajosa, doce, carinhosa e madura. Diferente dos filmes apresentados por Hollywood, Inverno da Alma é um filme escuro e triste, porém muito belo.


Minhas Mães e Meu Pai – Uma graça! O filme trata de uma família nada convencional (um casal de meio-irmãos adolescentes, filhos de um par homossexual, concebidos graças a uma inseminação artificial de um doador anônimo) encontrando os mesmos problemas e dramas de qualquer outro tipo de família. Tudo começa quando a filha mais velha entra em contato com o pai biológico a pedido do irmão, e o encontro de todas essas personagens desenrola intrigas e descobertas. Com um elenco de peso, Minhas mães e meu pai conquista pela abordagem de temas polêmicos como liberdade sexual e filhos de inseminação de forma leve e natural!


O Discurso do Rei – Um filme que agradou até a atual rainha da Inglaterra, Elizabethh II! A história conta como seu pai, George VI, foi obrigado a assumir o trono depois que seu irmão, Edward, abdicou o título para se casar com uma americana duas vezes divorciada. Porém, o novo rei se via atrapalhado no momento de fazer os discursos por culpa de uma gagueira, e encontra, na busca por uma cura, uma amizade verdadeira com o “terapeuta da fala” Lionel Logue. Em meio a tudo isso, precisa juntar forças para comandar o país na Segunda Guerra Mundial. Um filme que traz cada coisa em seu lugar, impecavelmente: figurino, cenário, trilha, e as atuações sempre brilhantes de Colin Fith e Helena Bonham Carter.


O Vencedor – Deixei pra ver pelo menos esse filme no cinema, e que bela escolha! O vencedor traz a história verídica do boxeador Micky Ward, que percorreu um difícil trajeto até chegar ao título mundial de peso leve, ao lado de seu meio-irmão Dicky, ex-lutador que se tornou treinador após se envolver com drogas e crimes. Depois de um longo tempo (10 anos) apanhando em lutas de boxe arranjadas por sua mãe, Micky toma por estratégia deixar o adversário bater muito e, quando finalmente estiver cansado, dar o golpe final. O filme mostra como essa estratégia usada nos ringues também foi adotada em sua vida, já que depois de muito tempo tolerando sua mãe, Dicky e mais sete irmãs, ele decide revidar e se torna um grande campeão. Chorei (o que não é exatamente uma novidade)!


Toy Story 3 – Sou suspeitíssima pra falar! Em primeiro lugar, porque amo a Disney. Mesmo. Tenho uma coleção de filmes que começou aos seis anos com O Rei Leão, e hoje são pouquíssimos os filmes que não tenho em casa. Os que não assisti então, quase nenhum. Toy Story é um caso a parte da minha paixão! A última parte da trilogia traz uma situação tão simples, banal e que acontece com todo mundo: o momento de decidir o que fazer com seus brinquedos. Mas todo mundo sabe que a relação de Andy com os seus brinquedos não tem nada de simples, muito menos banal. As decisões de ambas as partes, tanto dos brinquedos, quanto a dele, são difíceis de serem tomadas. Eu chorei em várias partes (pra não falar que chorei praticamente o filme inteiro!), por ver aqueles rostos amigos de novo, por ver o crescimento do Andy nos vídeos caseiros, por ver ali emoções tão fortes sentidas pelos brinquedos por coisas tão mínimas (Como quando o Rex fala: “ele segurou em mim”), pelos prováveis destinos que eles terão: sótão, lixo ou creche, e o fato de eles preferirem o sótão (Veja bem!). Abordando todo o imaginário infantil e atingindo a nós adultos (que já tivemos um dia tal imaginação), Toy Story 3 é uma belíssima obra da cada vez mais impressionante Pixar. Merecidíssima indicação!

Façam suas apostas! A minha? Toy Story 3!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O turista





Pega Angelina Jolie, junta com Johnny Depp e joga tudo em Paris e Veneza. Além do visual lindo que tais imagens proporcionam, a chance de gerar um filme excelente é grande. Por isso foi com grande expectativa que me dirigi ao cinema esse final de semana para assistir O turista.

A história se desenvolve quando Elise, uma linda maravilhosa estonteante deslumbrante mulher, observada de perto pela Interpol na capital francesa, companheira de um dos mais perseguidos ladrões do mundo, Alexander Pearce, precisa despistar a polícia para reencontrar seu amado. Surge assim o plano de colocar um inofensivo professor de matemática, Frank Tupelo (Depp), no lugar de Pearce, fazendo com que a polícia acredite que inúmeras cirurgias plásticas teriam modificado completamente suas feições. Começa então uma caçada internacional que revela reviravoltas a todo o momento.

Se me perguntarem se eu indico o filme, respondo que sim. Em primeiro lugar pela atuação fantástica de Johnny Depp: indiscutível. Ele traz todo um ar cômico ao filme, e rende boas risadas ao mostrar um caipira  americano que está de férias na europa, mas dorme com um pijama de listras azuis e pensa que o idioma falado na Itália é o espanhol. Angelina Jolie também não decepciona. Usa roupas luxuosas, se hospeda em hotéis luxuosos, pilota lanchas luxuosas e desfila pela França e pela Itália atraindo olhares e bocas abertas. Confesso que eu fiquei boquiaberta dentro do cinema! A trilha sonora é igualmente sedutora e consegue ser bem eficiente!

Já a história não apresenta tanto charme quanto os protagonistas. O turista é um filme pra ser visto somente como distração. O final é bem previsível, não há que se pensar em solução para mistério algum, não existem cenas de ação, e Vanessa Paradis (esposa de Johnny Depp) pode ficar despreocupada, pois o romance entre os dois não tira o fôlego (nem o marido) de ninguém, como aconteceu em Sr. e Sra. Smith. Mas pra quem procura mera diversão e entretenimento, é gostoso de assistir!



domingo, 12 de dezembro de 2010

Pixar



Há alguns anos atrás esse nome não significava nada. Mas depois do lançamento de Toy Story, em 1995, o nome Pixar só vem aparecendo mais e mais. Segundo a wikipédia, Pixar é uma empresa de animação por computação gráfica recentemente comprada pela Disney. Na minha opinião, falou, falou, e não explicou nem metade.

Em 1995, quando fui ao cinema assistir Toy Story, saí maravilhada. Nunca tinha visto algo tão grandioso no cinema (eu tinha apenas 9 anos). Ganhei a fita de Natal e sabia todas as falas de cor. Hoje, 15 anos depois, arranjei um vizinho de 5 anos que é igualmente maravilhado pelo filme. E sabe as falas igualmente de cor. Enjoada de ver Shrek, que era o filme favorito dele, visto pelo menos 3 vezes por dia, tentei de todas as formas deshrekar o garoto, faze-lo perder esse vício. Não tentei nenhum filme de princesa, óbvio, mas todos os outros da minha coleção foram rejeitados, de Rei Leão a Tarzan. O único que o prendeu foi o tal do Woody. Já chegava lá em casa e logo ia pedindo: Quero ver o Woody.

A pixar faz mais que criar animação por computação gráfica. Faz mais que uma mera parceria com a Walt Disney. Faz sonhos! A trilogia Toy Story é uma amostra de tudo que ela produz. Eu cresci junto com o Andy, conheci de perto como é a Vida de Inseto, e tive a oportunidade de conhecer o dia-a-dia na fábrica de gritos Monstros S.A. Quer história mais incrível que Os Incríveis? Então ta! Que tal Procurando Nemo? Carros? Ratatouille ? Wall-e? UP – Altas Aventuras?

Cada nova estréia parece ser melhor que a anterior. Mas assistindo a anterior, a gente pensa melhor. E então chega a conclusão de que não há como lançar, definitivamente, nada melhor. E eles lançam uma história nova que me encanta (uma advogada de 24 anos), encanta o Rafael (meu vizinho de 5 anos), encanta o Ricardo (meu primo que me sugeriu o tema, de 14 anos), enfim... Wikipédia, vamos rever os conceitos?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Das coisas que eu gosto dos EUA


Escrevo esse post baseada apenas nas coisas que vejo em filmes e séries, pois nunca saí do Brasil. Sei que se basear no que a gente vê na TV não é muito seguro. Se um estrangeiro se baseasse nos filmes brasileiros pra formar sua opinião sobre nós, acharia que somos moradores de favela faladores de palavrão. Se a base deles fossem as novelas, seríamos todos nobres moradores do Leblon. Mas por falta de outro embasamento melhor, são esses os que usei.

Pra começar, gosto dos pequenos detalhes. Gosto dos copos de café, e dos armários das escolas. Gosto das festas na praia com fogueira, e das festas no apartamento com uma mesa só de bebidas. Gosto dos ponches, e das casas com jardim. Dos bares com longos balcões e das cheerleaders. Gosto das eleições, do fato de não ser origatório votar, mas da vontade do povo, mesmo que não obrigado, exercer um direito!

Gosto do fato de as escolas públicas oferecerem educação de qualidade, e como as faculdades selecionam seus estudantes. Não bastam apenas notas boas no SAT (um tipo de vestibular). As coisas que você fez pela vida toda são levadas em consideração, como por exemplo, trabalhos voluntários!

E quando ingressam em uma universidade, geralmente as pessoas se mudam para os alojamentos! Ficam como se fosse meio a meio: ainda estuda, mas já mora sozinho. São seus pais que pagam suas contas, mas você já passa a assumir algumas responsabilidades, e dar conta das consequências que seus atos irão trazer.

Quando se formam, já não faz sentido voltar a morar com os pais! Seria um retrocesso! Procuram um apartamento pra alugar, e não raras vezes um roommate com quem dividir as contas. Depois trocam o tal do roommate por um parceiro, casam, tem filhos, a família cresce, então mudam pra uma casa afastada do centro da cidade onde as crianças possam brincar na rua e o cachorro possa ficar no quintal.

Pensando bem é muito metódico pra uma vida. Muito certinho, e previsível. Mas mesmo assim eu gosto! Não queria morar lá. Talvez por alguns meses, pra sempre não! A vontade mesmo é que algumas dessas coisas fossem adotadas aqui no Brasil. Pelo menos o copo de café eu já adotei!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

TOP FIVE (Dos filmes de Tim Burton)



Um dos meus cineastas favoritos, Tim Burton é um cara que não merece um Top Five, mas um Top Vinte e Cinco! Qualquer coisa que eu assista de Tim Burton saio pensando: pronto, ele se superou e fez o melhor filme que eu já vi! Mas então ele volta e faz melhor!

Alice no país das maravilhas – meu xodó! A releitura de A fantástica fábrica de chocolate já tinha me impressionado bastante pela criação de um passado para Willy Wonka e um futuro para Charlie. Quando fiquei sabendo que Tim Burton mostraria ao mundo sua versão de Alice no país das maravilhas fiquei em polvorosa! Explico: De todos os sonhos que a Disney trouxe à minha infância, Alice trouxe vários de uma só vez! Me identificava muito, ainda pequena, com a personagem! Li os livros e o nome da minha filha (quando tiver e se tiver) já estava escolhido. Ver as loucuras da cabeça de Alice misturada às loucuras da cabeça de Tim criou em mim inúmeras expectativas, todas superadas!

A noiva cadáver – Fiquei na dúvida de qual colocar aqui: Noiva Cadáver ou O estranho mundo de Jack? Não sei por que cargas d’água assistir A noiva cadáver me dá nostalgia de uma época em que o natal não tinha graça se não passasse na sessão da tarde Esqueceram de mim e o halloween não tinha graça se não passasse na sessão da tarde o estranho mundo de Jack. Escolhi colocar a Noiva Cadáver (já um pouco arrependida) porque adoro o fato de o mundo dos mortos ter mais cor e alegria que o mundo dos vivos, mostrando que a moral rígida e o interesse material colocam limites à nossa vivência e ao nosso prazer!

Edward mãos de tesoura – A primeira vez que vi a dupla Tim Burton e Johnny Depp em ação! E não é a toa que virei fã dessa receita infalível! Em um sonho que se torna realidade para crianças e em um conto de fadas para adultos, Edward, segundo o filme, foi quem deu origem à neve na cidade onde se passa a história, que traz imagens belíssimas e prazerosas de se assistir! O mesmo contraste de cores da noiva cadáver é encontrado aqui, só que de forma inversa. A cidade, colorida demais, e as pessoas, coloridas demais, na verdade são feias por dentro, diferentemente de Edward, que tem um rosto pálido, um castelo escuro e um coração puro e ingênuo! Porém, somos obrigados a conhecer a história toda e despir-nos de nossos preconceitos para descobrir isso.

Sweeney Todd – Simplesmente não canso de ver a história do barbeiro que volta à cidade movido pela vingança e usa sua cadeira da barbearia para assassinar seus clientes enquanto sua parceira pega os restos mortais para fazer famosas tortas. Recheado de personagens feias, tom macabro, músicas e galões de sangue!

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas – o que menos parece ser um filme dele, é o meu favorito! Traz a história das histórias de um grande contador de história que impressiona a todos, menos a seu próprio filho! Tim Burton que, geralmente mexe com nossas emoções das formas mais variadas, mas dificilmente nos arranca uma lágrima, nesse filme provoca aquele aperto no coração ao mostrar que as melhores coisas da vida estão nos momentos mais comuns e corriqueiros!

sábado, 20 de novembro de 2010

O começo do fim


Antes de publicar esse post, prometo lê-lo muitas vezes e checar se não há nenhum spoiler. Assisto os filmes do Harry Potter na estreia justamente pra ninguém me contar nada! Gosto de ver e me surpreender, mesmo já sabendo o que vai acontecer (já li todos os livros) (duas vezes cada um).

Harry Potter e o enigma do príncipe, o sexto filme, tinha me decepcionado bastante. O livro traz uma série de informações que explicam muita coisa do passado e que serão úteis para o futuro que o diretor simplesmente resolveu tirar. E não satisfeito o bastante em tirá-las, ele resolveu mudar outras coisas pra explicar terceiras coisas e fez uma bagunça interminável. Resumo da ópera: não gostei. Resumo da segunda ópera: quem não leu os livros não entendeu patavina.

Passei um ano e três meses esperando NADA de Harry Potter e as relíquias da morte. Mas há um mês atrás, quando fui comprar o ingresso da estréia, a ficha caiu: Aquele seria o começo do fim de Harry Potter. Para uma pessoa qualquer, isso não significa nada. Mas pra mim, que tenho o bruxo há 10 anos na minha vida, significa o fim de uma era. Comecei a ficar ansiosa como não ficava desde a estréia do filme Harry Potter e a câmara secreta, ou desde o lançamento do livro Harry Potter e a ordem da fênix.

Mas no fundo um pouco suspeita sobre o que fariam com o filme, esperando o pior.

Me surpreendi!

Acho que por ter sido dividido em duas partes, o filme conseguiu ao máximo ser fiel ao livro, como não acontecia desde o primeiro e segundo filmes. Claro que existe uma mudança ou outra, mas que, no contexto geral, conseguiu recuperar o que tinham perdido no filme anterior.

As cenas provocam as mais diversas reações na platéia. Em 2 horas e meia (imperceptíveis) de filme, damos risadas, torcemos, choramos, tomamos sustos, ficamos tristes, com raiva, tudo proporcionado por um mix de cenas de aventura, romance, suspense, comédia e drama.

Conseguiram trazer a magia de Harry Potter de volta pra mim! Estou com uma necessidade de reler todos os livros e ver a segunda parte tipo, AMANHÃ!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Missão dada é missão cumprida




Cinema é um mundo que me encanta! Consigo entrar estressada numa sessão pra ver um filme qualquer e sair como se tivesse saindo da terapia, da massagem ou do SPA! Relaxa, desestressa, alivia e coloca no eixo!

O último filme que vi no cinema foi Tropa de Elite 2 – O inimigo agora é outro. O filme já começa avisando: “Qualquer semelhança com a realidade é apenas uma coincidência. Essa é uma obra de ficção.” Consegui ouvir Sheldon gritando BAZZINGA pra essa frase carregada de ironia.

O filme não possui qualquer semelhança com a realidade. O filme retrata exatamente como é a realidade, e assisti-la ali, sentada, de mãos atadas, sem poder fazer nada, causa revolta.

Pra começo de conversa, o foco agora muda! Ao invés de retratar como o tráfico é mantido e como os discursos de filhinhos de papai nas faculdades reclamando das blitz no Rio de Janeiro são nada perto do problema real, tropa de elite 2 mostra os verdadeiros inimigos, tendo alguns deles inclusive a função de proteger a população. Tendo alguns deles sido escolhidos, inclusive, por nós.

A corrupção e a violência desmedidas na busca por votos, exibidas ali, jogam na nossa cara uma verdade que poucos querem ver. O tráfico é um problema enorme na sociedade brasileira sim, mas ainda que ele seja exterminado, outros ainda maiores serão revelados.

Em meio aos bordões criados como “Vocês engordaram o porco e agora nós vai assar”, “tá de pombagirice?" ou ainda “o Che Guevara tá entrando sem colete”, damos risadas, mas por dentro estamos cheios de raiva, tristeza e indignação. Uma ótima oportunidade de reflexão!

A missão no caso, dada ao diretor José Padilha, de não frustrar as expectativas dos fãs de Tropa de Elite foi missão dada e missão cumprida.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

TOP FIVE (Dos filmes que provocam inveja)


Post pra mulher! Quem nunca assistiu um filme e sentiu aquela inveja? Mas não é inveja porque o Jack ama a Rose a ponto de fazer de tudo pra salvar a vida dela, ou porque o Rick bota a Ilsa no avião para que ela fuja para a América ao som de “as time goes by”, e nem porque Landon realizou todos os sonhos da lista de Jamie antes de ela morrer!

Sinto ainda MUITA inveja dos filmes, qualquer filme, em que aparece o mar da Grécia, ou ainda a Torre Eiffel. Dois dos três lugares que mais quero ir no mundo (o outro é a Disney, mas não consigo ter inveja daqueles desenhos maravilhosos)!

Hoje vim falar dos filmes que tiram de nós (mulheres) todo o espírito caridoso e provoca um desejo exagerado por posses e status adquiridos por aquelas personagens! Já lembraram de uns ai né?

SEX AND THE CITY: Carrie e eu temos uma paixão em comum: sapatos! Quem via a série sabe que ela abria mão de várias coisas, e até viveu situações inusitadas por um par de sapatos caros! No filme não há mais sacrifícios a fazer! Chanel e Louboutin pra tudo quanto é lado!

O DIABO VESTE PRADA: Neste filme, a inveja não está em comprar Prada, Chanel, Valentino, Donna Karan, Bill Blass, Calvin Klein, Marc Jacobs e Dolce & Gabbana. Está em poder usar Prada, Chanel, Valentino, Donna Karan, Bill Blass, Calvin Klein, Marc Jacobs e Dolce & Gabbana sem pagar nada por isso! E ainda ganhar algumas frescurinhas de vez em quando, ou viajar pra Paris a trabalho!

AS PATRICINHAS DE BEVERLY HILLS: É velho, mas aposto ser esse o primeiro filme que despertou a inveja em qualquer garota! Quem nunca quis ter aquele guarda-roupa virtual de Alicia Silverstone? Além de ser LOTADO de roupas de marca, ele era capaz de dizer qual a melhor combinação para cada ocasião! UM LUXO!

UMA LINDA MULHER: Das antigas! Um verdadeiro conto de fadas! Não basta ser resgatada das ruas por Richard Gere e passar uma semana com ele num hotel 5 estrelas. Tem que ganhar um cartão de crédito sem limite pra gastar na Rodeo Drive.

COMO PERDER UM HOMEM EM 10 DIAS – Hoje em dia as mulheres são mais fascinadas por roupas, bolsas e sapatos. Mas eu ainda acho super chique ganhar um colar, ou alguma outra jóia de presente. E duvido que aquele diamante amarelo de 87 quilates que Kate Hudson usa no final do filme chamou apenas a minha atenção!


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