quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Backstreet's back, in BH!



Eles prometeram: “As long as there be music we'll be comin' back again” (enquanto existir música nós estaremos voltando novamente). E cumpriram!

Quando fiquei sabendo que eles estariam aqui, na minha cidade, depois de anos sem ouvir uma notíciazinha sequer, não acreditei. Hesitei entre comprar o ingresso ou não, mas diante de uma oportunidade única como aquela, comprei. E ainda bem que o fiz, estaria mega arrependida caso contrário.

E só quem me conhece verdadeiramente sabe o que ir nesse show significava pra mim. Com mais de 100 milhões de discos vendidos, o Backstreet Boys é um dos grupos pop de maior sucesso na história da música, formado há cerca de 16 anos, com 10 canções emplacadas no Top 40 das paradas da Billboard, que simplesmente não saía do meu ouvido há 14 anos atrás! Hoje formado por Nick Carter, Howie Dorough, Brian Littrell e AJ McLean, o Backstreet Boys voltou resgatando a essência do grupo, que tinha mudado um pouco o estilo.

Ás 21:00 pontualmente surgiu um menininho loiro (filho do Brian) no meio do palco anunciando a banda. Várias instruções são dadas no telão, como liguem suas câmeras e façam barulho. Então começa uma imagem do grupo andando, e quando penso que não, eles surgem dali mesmo! Nessa hora eu tremia de tanta emoção. Não acreditava que estava ali! Um pouco longe, mas ali. A música de abertura (EVERYBODY, YEAH) então fez um milagre: um empurra empurra que me levou a terceira fileira, quase lá na grade! Vi eles cantando pra mim grandes sucessos, como As long as you love me e Quit playin’ games with my heart!

No palco estavam mais que quatro cantores. Estavam as lembranças! Na platéia estavam mais que fãs. Estavam os sonhos! Um momento inesquecível que vou guardar comigo pra sempre!

Descabelada, encharcada, cansada, 
mas feliz como nunca!

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Refrão de larger than life (pra Lalá, que pediu!)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Simplesmente ame


Esse é um texto que poderia ter sido escrito por mim, mas não foi. Alguém teve a ideia antes... Mas deu vontade de compartilhar com vocês!

"Ame a lembrança que se tem da infância, aqueles mil e um roxos nos joelhos e os primeiros passos de patins. Ame quando você for criança e achar que seu pai é o homem mais grande desse mundo, mas ame mais quando você descobrir que ele é sim o mais importate. Ame o abraço de uma amiga verdadeira que você descobriu e que juntas vocês conquistaram o mundo apenas sentadas debaixo de uma árvore. Ame quando você descobrir que não existe só uma amizade assim, e que no decorrer da vida você descobre que cada pessoa passa por você na fase certa, fazendo disso ela única naquele momento. Ame um sorriso seu mas ame mais um sorriso pra você. Ame a primeira flor e bombons que você ganhar, guarde a caixa e suspire inúmeras vezes quando olha-lá . Ame aquela ligação de madrugada das suas amigas berrando e dizendo que amam você. Ame mais ainda aquela outra ligação, no começo da noite pra te desejar um “dorme bem”. Ame o abraço da sua mãe depois de uma longa conversa sobre amores e amigos. Ame aquele domingo em família. Ame todos seus aniversários. Ame as borboletas, mas ame mais quando elas voarem dentro de você e ai sim, ame. Ame e ame demais seu pai e sua mãe em todo o momento. Ame suas primas. Ame aquelas férias de uma semana a qual você conheceu pessoas eternas. Ame aquela velha e boa amiga do tempo de criança que diz “eu sempre torci por você” a cada derrota ou vitória sua. Ame a saudade, mas ame mais ainda a hora de matar ela. Ame crianças e bagunça e cães, é claro. Ame e festeje o pôr do sol, mas ame mais ele nascendo. Ame o primeiro amor, e encontre o segundo para amar ainda mais. Ame uma festa até às seis da manhã, mas ame mais o dez que você tirou na prova que vinha na manhã seguinte. Ame sua sorte, seu cabelo e seu perfume. Ame o sol. Ame as suas músicas. Ame seus medos, ame o que passou o que está acontecendo e o que está por vir, apenas ame… E depois de um tempo que você amar, se amar… comece tudo de novo, mas dessa vez, faça diferente, ensine alguém a amar… você!"

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Academia na visão de uma nerd


Algumas pessoas nascem nerds, outras são obrigadas a se tornarem. O meu caso foi o segundo. Quando comecei a dar meus primeiros passos e, consequentemente, quando veio o início da vontade de correr, minha mãe descobriu uma pequena falha em mim: as pernas tortas! Não chegava aos 5 passos da corrida e caía de cara no chão. Minhas brincadeiras eram então as mais sossegadas possíveis, e quando cansava de brincar ia ler um livrinho.

A evolução desse processo me tornou uma pessoa muito hábil na leitura, mas por outro lado uma negação para qualquer esporte, o que faz de mim uma nerd. Função esta que tenho desenvolvido muito bem! Sempre fui muito visada pra passar colas, adoro ler, tenho gostado cada vez mais de filmes e séries, consigo identificar outros nerds (até mesmo aqueles que tentam se disfarçar de roqueiros, mas que usam um all star impecavelmente limpo), e como não poderia ser diferente, odeio atividades físicas.

Mas em meados de 2010 decidi que já era hora de me livrar daquela vida sedentária que estava levando, e por indicações do alergista e da nutricionista, matriculei-me em uma academia. Fugindo da musculação, parei na aula de spinning e a animação dos primeiros meses me levou a pagar as mensalidades até dezembro de 2011. Não deu outra: em janeiro já estava enjoada! Fui buscar meu dinheiro de volta e adivinhem? Me tiraram do spinning, me enfiaram em 5 outras aulas, me fizeram começar a correr na esteira meia hora por semana e ainda me incentivaram a levar uma coleguinha! Já viram um episódoio de Friends em que Chandler quer cancelar a academia e acaba levando o Ross junto? Prazer, Natália e Cristina (que trabalha comigo e começa na academia mês que vem).

Segunda e terça não posso! A nerd aqui tem aula na pós! Quarta-feira tem pump e step. O pump é punk! Uma musculação animada para mulheres. Com pesos mais leves e exercícios mais puxados, traz como resultados uma ótima noite de sono e uma péssima manhã de dor! Logo após o pump somos convidados a nos reabastecer com uma rica e nutritiva barrinha de cereais para que as pernas possam parar de tremer e começar uma animada aula de step. Do step eu realmente gosto! Tenho ritmo e pego os passos rapidamente. Ficamos subindo e descendo de um degrauzinho emborrachado batendo palma e pulando. Quinta-feira é dia de jump e local. Ah, o jump! Proporciono bons momentos de risadas para minha professora. É nessa aula que se nota a razão para todo meu desajeito! Os pulinhos que deveriam ser ritmados numa mini-cama elástica deixam minhas pernas tortas em evidência. A dorzinha de lado na barriga chega em menos de 20 minutos. O desengonço de uma mulher de 1.75m de altura é observado de longe. Já a ginástica localizada é aquela tradicional mesmo. Caneleiras, halteres, barra, colchonete. Sem muito segredo e constantemente abandonada. Sexta-feira é dia de um tal de circuito que num pode ser de Deus. Combinação de jump + alguma outra coisa. Depois uma corridinha básica e já chama o SAMU pra tanta tortura!


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Os indicados ao Oscar


E então que quando saiu a lista dos indicados ao Oscar eu cismei de ver todos os filmes da categoria que indica os melhores e vim dar uma de crítica hahaha Meus singelos comentários estão longe disso, vim só deixar minha (humilde) visão pra vocês!


127 Horas – Resumo esse filme em uma palavra: Agonia. Agonia que começa com 15 minutos de filme e só termina no último minuto. Agonia que só senti igual no filme Abismo do medo. Prazer: uma claustrofóbica vos fala! E só a ideia de ficar presa me causa aflição. As únicas excursões que não fiz com o colégio foram aquelas que envolviam grutas e cavernas. Mas não estou aqui pra falar de mim, e sim do filme! Baseado numa história real retirada de um livro escrito pelo próprio protagonista, 127 horas é um filme que mostra o acidente sofrido por Aron Ralston em 2003 numa escalada (?) que o deixou preso pelo braço numa pedra por 5 dias (as tal 127 horas), até conseguir escapar em busca de ajuda. Além das imagens do desespero sofrido pelo alpinista (que tem um ótimo senso de humor), o filme ainda traz suas memórias, lembranças e delírios, nos passando lições como: não estamos no controle de tudo, as coisas que nos acontecem são conseqüências dos nossos próprios atos e aquela clichêzinha de como não devemos desistir!


A Origem – Um dos melhores filmes de ficção científica que já vi, se não for o melhor. Uma equipe de espiões, ao invés de roubar cofres e bancos, rouba informações da mente de pessoas ao entrar em seus sonhos. Surge então uma proposta para que seja feito o contrário: ao invés de roubar uma ideia da cabeça da pessoa, que seja implantada uma. Para isso eles elaboram um complexo labirinto de sonhos dentro de sonhos, exigindo ao máximo nossa atenção, criando uma angústia para ver aquela trama resolvida e proporcionando um final conveniente para cada espectador, de acordo com seu próprio sonho!


A Rede Social – Qual foi a maior proeza que você já fez quando estava bêbado e com raiva por conta de um coração recém-partido? Foi assim que se deu o início da maior rede social do mundo – o facebook. Num primeiro momento, Mark apenas desabafa em seu blog. Não contente com isso, cria um programa que consiste em comparar as garotas da faculdade, o que acarreta para sua já nada boa reputação de nerd uma rejeição ainda maior. Porém, Mark consegue chamar a atenção dos ricos e famosos gêmeos Winklevoos, que o convidam para participar da criação de uma rede social exclusiva de Harvard. As ideias de Mark, no entanto, vão além, e com a ajuda financeira de seu único amigo cria o facebook. Uma série de processos se iniciam contra ele, e o final dessa trama todos nós já sabemos! 500.000.000 de usuários de uma empresa cujo valor ultrapassa US$25.000.000.000,00! Facebook me?


Bravura Indômita – Confesso ter deixado esse filme pra assistir por último por simples e puro preconceito. Faroeste. E não me pareceu diferente de outros faroestes já vistos, a não ser pelo fato de uma menina de 14 anos sair em busca do assassino de seu pai para vingar sua morte. Sua maturidade e esperteza chamam atenção mais que qualquer outra coisa, revelando ser ela a possuidora da verdadeira bravura indômita, com determinação suficiente para levar essa vingança até o final! Para quem gosta do estilo, um bom filme.


Cisne Negro – Comecei achando que se tratava de uma doença. Depois de uma mãe super protetora. Passei a achar que era bipolaridade, que não demorou muito pra transformar em múltipla personalidade, e quando por fim cheguei à conclusão que se tratava da história do Lago dos Cisnes dentro do Lago dos Cisnes pasmei. O filme terminou e eu fiquei sem reação! Saí pra dar uma volta e por as idéias no lugar. Desde o primeiro momento mergulhamos no inconsciente de Nina, bailarina super dedicada, porém insegura, infantil e frágil. Ao ser escolhida para ser a rainha dos cisnes, papel principal do balé “Lago dos cisnes”, começa a ser cobrada para libertar seu cisne negro e interpretar o papel de Odile com perfeição, sendo que perfeição tem conceitos diferentes para Nina e Thomas, o diretor. A partir deste momento ela passa lutar contra os cuidados excessivos (e porque não cruéis) de sua mãe, contra seu medo de fracassar e contra uma nova bailarina, que apresenta características mais marcantes do cisne negro. Embalado por Tchaikovsky e envolto de efeitos visuais, é um filme simplesmente fantástico!


Inverno da Alma – O filme trata basicamente do desaparecimento de um traficante numa cidade em que todos (pelo menos todos que aparecem, tirando a polícia) são envolvidos com crime. Fiquei com um nó na garganta durante todo o filme, porque quem sai em busca da solução desse mistério é sua filha, Ree. A garota de 17 anos o faz desesperadamente por tentar salvar sua casa, objeto de fiança da dívida do pai. Com a tomada da casa, o fim da família (dois irmãos menores e uma mãe doente) seria certo. Presente em todas as cenas e bastante focada, a protagonista revela ser muitas mulheres em uma: determinada, corajosa, doce, carinhosa e madura. Diferente dos filmes apresentados por Hollywood, Inverno da Alma é um filme escuro e triste, porém muito belo.


Minhas Mães e Meu Pai – Uma graça! O filme trata de uma família nada convencional (um casal de meio-irmãos adolescentes, filhos de um par homossexual, concebidos graças a uma inseminação artificial de um doador anônimo) encontrando os mesmos problemas e dramas de qualquer outro tipo de família. Tudo começa quando a filha mais velha entra em contato com o pai biológico a pedido do irmão, e o encontro de todas essas personagens desenrola intrigas e descobertas. Com um elenco de peso, Minhas mães e meu pai conquista pela abordagem de temas polêmicos como liberdade sexual e filhos de inseminação de forma leve e natural!


O Discurso do Rei – Um filme que agradou até a atual rainha da Inglaterra, Elizabethh II! A história conta como seu pai, George VI, foi obrigado a assumir o trono depois que seu irmão, Edward, abdicou o título para se casar com uma americana duas vezes divorciada. Porém, o novo rei se via atrapalhado no momento de fazer os discursos por culpa de uma gagueira, e encontra, na busca por uma cura, uma amizade verdadeira com o “terapeuta da fala” Lionel Logue. Em meio a tudo isso, precisa juntar forças para comandar o país na Segunda Guerra Mundial. Um filme que traz cada coisa em seu lugar, impecavelmente: figurino, cenário, trilha, e as atuações sempre brilhantes de Colin Fith e Helena Bonham Carter.


O Vencedor – Deixei pra ver pelo menos esse filme no cinema, e que bela escolha! O vencedor traz a história verídica do boxeador Micky Ward, que percorreu um difícil trajeto até chegar ao título mundial de peso leve, ao lado de seu meio-irmão Dicky, ex-lutador que se tornou treinador após se envolver com drogas e crimes. Depois de um longo tempo (10 anos) apanhando em lutas de boxe arranjadas por sua mãe, Micky toma por estratégia deixar o adversário bater muito e, quando finalmente estiver cansado, dar o golpe final. O filme mostra como essa estratégia usada nos ringues também foi adotada em sua vida, já que depois de muito tempo tolerando sua mãe, Dicky e mais sete irmãs, ele decide revidar e se torna um grande campeão. Chorei (o que não é exatamente uma novidade)!


Toy Story 3 – Sou suspeitíssima pra falar! Em primeiro lugar, porque amo a Disney. Mesmo. Tenho uma coleção de filmes que começou aos seis anos com O Rei Leão, e hoje são pouquíssimos os filmes que não tenho em casa. Os que não assisti então, quase nenhum. Toy Story é um caso a parte da minha paixão! A última parte da trilogia traz uma situação tão simples, banal e que acontece com todo mundo: o momento de decidir o que fazer com seus brinquedos. Mas todo mundo sabe que a relação de Andy com os seus brinquedos não tem nada de simples, muito menos banal. As decisões de ambas as partes, tanto dos brinquedos, quanto a dele, são difíceis de serem tomadas. Eu chorei em várias partes (pra não falar que chorei praticamente o filme inteiro!), por ver aqueles rostos amigos de novo, por ver o crescimento do Andy nos vídeos caseiros, por ver ali emoções tão fortes sentidas pelos brinquedos por coisas tão mínimas (Como quando o Rex fala: “ele segurou em mim”), pelos prováveis destinos que eles terão: sótão, lixo ou creche, e o fato de eles preferirem o sótão (Veja bem!). Abordando todo o imaginário infantil e atingindo a nós adultos (que já tivemos um dia tal imaginação), Toy Story 3 é uma belíssima obra da cada vez mais impressionante Pixar. Merecidíssima indicação!

Façam suas apostas! A minha? Toy Story 3!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

TOP FIVE (Propagandas)




Estava pensando em fazer um TOP FIVE diferente dos já feitos, que não fosse filmes, séries e tal. Pensei em primeiro lugar nos comerciais de televisão que marcaram, mas outros temas ainda virão! Aguardem!

GUARANÁ ANTARTICA – Minha mãe sempre canta uma musiquinha quando vai fazer pipoca: “Pipoca na panela, começa a arrebentar, pipoca com sal, que sede que dá!” Era de um comercial do guaraná antártica em que não havia nada demais, só as imagens da pipoca e do refrigerante com a tal musiquinha ao fundo! Não sei se essa propaganda marcou só a minha mãe (e consequentemente a mim), mas taí pelo jingle (que tem o mesmo ritmo da propaganda atual)!

COCA-COLA – As propagandas da Coca-Cola costumam ser, no geral, bem interessantes, mas as que mais chamam a minha atenção são as do Natal! Quem não se lembra daquela propaganda dos ursos polares? Ou dos caminhões iluminados? Certa vez fui ver as luzes de Natal da Praça da Liberdade, aqui em BH, quando penso que não passa uma quantidade de caminhões iluminados e tocando a música: “O Natal vem vindo, vem vindo o Natal...” Arrepiei!

PARMALAT – Não podia deixar de fora né? Aquelas crianças vestidas de bichinhos que eram a coisa mais fofa do mundo! E ao final um deles tinha que pegar um copo e dar leite na boca do outro, e pra conferir pergunta: “Tomou?”. O engraçado é que o tal “Tomou” foi espontâneo, mais foi o que mais marcou da propaganda!

TANG – “Quero mais!” A propaganda do novo tang laranja tratava de uma família rica (tinham até mordomo), que soltava vários chavões que eu consigo me lembrar até hoje, como “O menino está com sede e não temos laranja” ou “Ele não merece”!

BRASTEMP – Várias propagandas diferentes, mas todas com o mesmo espírito: alguém dando seu depoimento, sentadinho em um sofá e dizendo sempre a frase chavão: “Não é nenhuma Brastemp”! A campanha é de 1992 e se estendeu até 2003, e até hoje, quando algo não é lá grandes coisas, sempre dizemos: “Ah, não é nenhuma Brastemp...”

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