segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Trocas


Tenho ouvido muitas coisas com um mesmo sentido: não existem boas ações altruístas. Ou seja, tudo que se faz nessa vida, se faz esperando um retorno. Ninguém se dedica a alguém pelo simples ato da caridade, mas pela espera de uma recompensa. Até Friends já tocou no assunto. No episódio Aquele em que Phoebe odeia a PBS, Joey diz que não existe ação realmente altruísta, já que as pessoas, na visão dele, só fazem boas ações para se sentirem bem.

Desde pequenos somos condicionados a isso. Lembro de ouvir minha mãe dizer: "Se você se comportar, te dou um chocolate". Mas tenho trabalhado muito comigo mesma para fazer o bem sem esperar nada em troca. Ainda não alcancei esse nível, pois me sinto bem fazendo trabalhos voluntários e muitas vezes chego a pensar que me sinto melhor que as pessoas a quem ajudo. Uma troca que acaba me beneficiando ainda mais! Mas simplesmente amar é o mandamento maior, é o que Deus espera de nós, e é o que me esforço a fazer: Amar pelo que a pessoa é, e não pelo que ela faz em troca desse amor. 

Tenho ainda algumas fraquezas: mesmo que me disciplinando todo o tempo para não esperar gratidão, confesso não ser evoluída o suficiente para tolerar ingratidão explícita. Mas persisto na luta pra alcançar isso e poder praticar uma boa ação realmente altruísta. Como a própria Phoebe bem disse: "Eu vou achar um boa ação altruísta. Porque eu acabei de parir três crianças e não vou deixar eles crescerem num mundo onde Joey está certo"!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

You know you love me



Spotted: Natália nunca falou de Gossip Girl no seu blog!

Desde novinha sou apaixonada por séries, mas como já disse, a falta de TV a cabo e internet só me permitiam assistir aquelas que passavam na TV aberta, como três é demais, gilmore girls ou dawson’s creek. Depois de um tempo esquecidas, as séries voltaram pra minha vida. Primeiro Friends, que entre um episódio ou outro que assistia de vez em quando fiquei fã. Peguei emprestados os DVD’s do namorado da minha prima e assisti todos os episódios em menos de dois meses! E quando acabei de ver todos, restou um vazio. Minha prima me indicou então Gossip Girl. Disse que eu iria gostar, e que estava tudo disponível na internet! Bastava baixar e assistir!

Gossip Girl conta a história de jovens estudantes das escolas de elite do Upper East Side de Manhattan, em Nova York, e é narrada por uma blogueira misteriosa, a tal da “Gossip Girl”, que nunca é vista, mas vê e sabe tudo o que acontece. É uma série que conquista qualquer menina/moça/mulher que se preze e que tenha, no mínimo, bom gosto!

A história em si tem vários altos e baixos. Mas as roupas estão sempre em alta! Apesar de todos os problemas e tramas vividos pelas personagens, elas são sempre as pessoas mais bem vestidas do universo! Blair e Serena (as duas personagens principais) parecem ter herdado tão bem de Sex and The City a capacidade de nos fazer sonhar com os looks que usam. Eu mesma já peguei umas ondas de lá, por exemplo, as tiaras de cabelo da Blair, com quem me identifico demais. Uma versão evoluída e rica da minha frescura e chatice!

Além disso, a série apresenta muitas outras características que fazem dela o sucesso que é! Primeiramente tem mocinhos para todos os gostos! Tenho certeza, que mesmo que quem diz procurar um príncipe feito Nate, não resiste aos encantos do vilão Chuck! As músicas são agitadas como o clima de Nova York (assim imagino ser, já que é a cidade que nunca dorme!). A narração de Kristen Bell consegue fazer cenas aparentemente monótonas pegarem fogo!

Ainda podia ficar aqui falando por horas das combinações inusitadas de casais, das reviravoltas que a série sofre a todo o momento, das surpresas que aparecem, dos segredos revelados, das armações e tantas outras coisas que a colocam no caminho certo para o sucesso, e faz de todos nós espectadores um pouquinho mais fofoqueiros!

X.O.X.O. (aproveitando a vibe!)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O turista





Pega Angelina Jolie, junta com Johnny Depp e joga tudo em Paris e Veneza. Além do visual lindo que tais imagens proporcionam, a chance de gerar um filme excelente é grande. Por isso foi com grande expectativa que me dirigi ao cinema esse final de semana para assistir O turista.

A história se desenvolve quando Elise, uma linda maravilhosa estonteante deslumbrante mulher, observada de perto pela Interpol na capital francesa, companheira de um dos mais perseguidos ladrões do mundo, Alexander Pearce, precisa despistar a polícia para reencontrar seu amado. Surge assim o plano de colocar um inofensivo professor de matemática, Frank Tupelo (Depp), no lugar de Pearce, fazendo com que a polícia acredite que inúmeras cirurgias plásticas teriam modificado completamente suas feições. Começa então uma caçada internacional que revela reviravoltas a todo o momento.

Se me perguntarem se eu indico o filme, respondo que sim. Em primeiro lugar pela atuação fantástica de Johnny Depp: indiscutível. Ele traz todo um ar cômico ao filme, e rende boas risadas ao mostrar um caipira  americano que está de férias na europa, mas dorme com um pijama de listras azuis e pensa que o idioma falado na Itália é o espanhol. Angelina Jolie também não decepciona. Usa roupas luxuosas, se hospeda em hotéis luxuosos, pilota lanchas luxuosas e desfila pela França e pela Itália atraindo olhares e bocas abertas. Confesso que eu fiquei boquiaberta dentro do cinema! A trilha sonora é igualmente sedutora e consegue ser bem eficiente!

Já a história não apresenta tanto charme quanto os protagonistas. O turista é um filme pra ser visto somente como distração. O final é bem previsível, não há que se pensar em solução para mistério algum, não existem cenas de ação, e Vanessa Paradis (esposa de Johnny Depp) pode ficar despreocupada, pois o romance entre os dois não tira o fôlego (nem o marido) de ninguém, como aconteceu em Sr. e Sra. Smith. Mas pra quem procura mera diversão e entretenimento, é gostoso de assistir!



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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Virginiano



Foi assunto de polêmica nas últimas semanas a mudança dos signos do zodíaco. Segundo alguns astrólogos, as mudanças no alinhamento da Terra podem ter “empurrado” as datas correspondentes aos signos astrológicos, me fazendo uma reles leonina. Detestei. Nada contra! Eu sempre gostei de signos. Influenciada por minha vó (leitora adepta de João Bidu), desde pequena comecei a gostar. Além dessa influência, gostava do fato de duas das três pessoas que mais amava no mundo (minha vó e meu primo – a terceira é minha mãe, de câncer) termos essa característica em comum. E gostava de pensar que por termos nascido num determinado período em comum, teríamos também muitas outras características parecidas!

Ainda hoje acredito no zodíaco! Não que a posição dos astros e estrelas influencia o que acontece no dia de cada pessoa. É impossível que todas as pessoas do mundo que nasceram no período de 23/08 a 22/09 estão precisando, hoje, mudar os hábitos alimentares para não prejudicar a saúde. Por isso não leio esses horóscopos que vêm no final da revista (ta, leio. Só não acredito!). Mas acredito que a época do ano que a pessoa nasceu influencia seu jeito de ser!

O virginiano, por exemplo. Minha mãe dá risada quando lê que virginianos são organizados. Com certeza ela lembra da pilha de roupas penduradas na cadeira do meu quarto. Ou do guarda-roupa da minha vó. Nem vou argumentar que somos organizadas dentro da nossa bagunça. Além de não deixarmos uma toalha molhada em cima da cama, por exemplo, pergunta sobre qualquer coisa nossa! Sabemos exatamente onde encontrá-las! Somos práticas e cuidadosas. Por isso vou além da defesa do fato de sermos organizadas ou não. Somos simplesmente detalhistas e observadoras. Ao extremo! Consigo descrever detalhadamente uma pessoa que só vi uma vez. Uma sala, ou uma casa que pouco visitei, ou como deixei meu quarto quando sai de lá hoje de manhã. Esse fato me faz gostar de trabalhos chatos, minuciosos, que exigem concentração. E me faz ser muito extremamente crítica. E não gostar de ouvir críticas. Tudo tem que estar perfeito: nos outros e em mim. Se não o está nos outros, falo. Se não o está em mim, não quero saber.

Apesar de parecer tranqüila, por dentro sofro de ansiedade e nervosismo. Apesar de parecer tímida, sei me comunicar. Às vezes por demais! Não gosto de atrasos e a rotina me cai bem. Não em todas as áreas da vida, óbvio. Mas nada me alegra mais que um dia com compromissos metricamente agendados e devidamente cumpridos! Tenho boa memória. Não agüento que me sufoquem. Não sinto necessidade alguma de aparecer. Pelo contrário, procuro ser discreta. Por isso falar que eu não sou mais Virgem é mais que uma piadinha insana ou um trocadilho infame. É uma afronta a tudo que sou!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mudança



Minha tia, leitora assídua do blog, me pediu pra escrever sobre mudança. A partir do momento que ela falou isso só conseguia me lembrar de um soneto de Camões, e cada vez que comecei a escrever esse post só pensava no tal soneto, como ficaria legal um post: “Mudança” com apenas a trasncrição do Soneto. E não escrevia nada. Hoje fiz uma proposta pra mim mesma: Mudar meu pensamento e escrever o que eu penso sobre mudança, e não fazer uma mera citação.

Mudar é essencial na vida do ser humano. Alguém já disse que viver é a arte de mudar! E é mesmo. Ainda que não queiramos, que gostemos do que somos e nos consideremos satisfeitos por ter chegado aonde chegamos, somos obrigados a mudar. Sempre.

Mudamos porque a todo o momento passamos por experiências que são capazes de nos fazer aprender com os erros e com os acertos que nos trazem. E mudamos consequentemente por saber como não errar mais naquela situação.

Mudamos porque amadurecemos. E por amadurecer, criamos a consciência de que, ainda que a possibilidade de mudança provoque insegurança (desde um simples corte de cabelo até uma proposta de morar em outro país), é preciso mudar e encarar os desafios de frente.

Mudamos porque conhecemos pessoas diferentes a cada dia. E elas nos instigam à mudanças, ou porque nos inspiram ou porque nos decepcionam. Queremos ser como elas. Queremos ser diferente delas. Queremos ser melhor que elas. Queremos ser melhor que nós mesmos. Só não dá pra querer mudar alguém. A mudança é um processo que começa de dentro pra fora!

Mudar traz medo. Mas eu tenho essa consciência de que tudo vai mudar. Eu vou mudar. E como não posso evitar, procuro manter sempre minha essência. Depois de tantas mudanças a gente cria a consciência do que há de bom em nós mesmos, e então podemos deixar que a mudança aja apenas sobre o resto!

E agora que consegui fazer o texto pra minha tia, deixo pra ela um trecho do Soneto:

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Muda-se o ser, muda-se a confiança
Todo o Mundo é composto de mudanças
Tomando sempre novas qualidades
Continuamente vemos novidades
Diferentes em tudo da esperança
Do mal, ficam as mágoas na lembrança
E do bem, se algum houve, as saudades...

P.S.: Tia Didi, já disse que te amo hoje?

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Orkut



Das inúmeras ferramentas que a internet nos proporciona, as redes sociais ganharam destaque. Já tinha ouvido falar em algumas do estilo par perfeito, mas até então não tinha me interessado em nenhuma (convenhamos que o desespero pra se inscrever em tais páginas é absurdo!), até receber o convite de uma amiga pra entrar no Orkut (Sim! Era necessário ter um convite!). Nunca tinha ouvido falar, mas por ser uma pessoa querida, entrei.

A proposta era boa. Diferente das salas de bate papo, e dos tais sites de relacionamentos, ali eu só teria contato com quem eu quisesse ter. E se minha escolha fosse me relacionar apenas com pessoas conhecidas (que de fato foi a escolha feita), no Orkut isso era possível.

Comecei a utilizar bastante por estar saindo do 3º ano e poder ter ali todos os amigos do ensino médio. Mais tarde me aventurei pelas comunidades e descobri uma do colégio que estudei dos 06 aos 15 anos. UAU! Pessoas que não via há anos estavam ali, com 12 fotos exibidas pra eu ver o que tinha acontecido ao longo desse tempo. E daí pra encontrar vizinhos, familiares distantes e amigos de infância foi um pulo!

Depois o Orkut bombou! Ao encontrar alguém na rua, nossa despedida era: Tem Orkut? Me adiciona lá pra gente manter contato! Fotos eram tiradas com poses planejadas para o Orkut! E tudo era motivo pra abrir comunidade! Certa vez criamos uma pro meu primo: Eu já vi a bunda do Daniel. 18 membros! Sacanagem!

Mas não se tratava só de amizade e sacanagem! O amor ali também se expressava! Depoimentos quilométricos com “Eu te amo” aos montes! Prova de amor era colocar committed! E claro, os perfis a dois, que evitavam crises de ciúme, depoimentos escondidos e mostravam o quanto apaixonado estava aquele casal!

Depois de um tempo os depoimentos viraram recados secretos. Mas o melhor eram os depoimentos escondidos em que o remetente escrevia ao final: APAGA DEPOIS DE LER, e o destinatário coitado, aceitava! Segredos revelados!

Começaram então com algumas mudanças que, na minha opinião, foi um dos motivos pra queda do orkut, juntamente com o surgimento de outras redes sociais que traziam mais novidades, como twitter e facebook. Uma das primeiras mudanças foi a ampliação do álbum de fotos. As piriguetes fizeram a festa nessa época! Um álbum pra cada balada! Mas aí já não era pra qualquer um ver! Bloquearam as fotos, os scraps, e tudo ficou confuso! Criaram um tal de buddy poke, mas a revolta maior foi a criação da “bina”, que denuncia quem a gente visitou! O orkut perdeu seu sentido original (fuxicar a vida alheia!). Eu mesma só uso pra baixar séries! Mas ele teve e tem o seu lugar, mesmo que seja na lembrança!

domingo, 9 de janeiro de 2011

TOP FIVE (Dos episódios de Friends)


Eles voltaram ao blog! Peguei uma lista com todos os episódios e via se lembrava do que acontecia em cada um só pelo nome! Lembrei de quase todos, e desses quase todos, fui pegando os melhores pra no final selecionar cinco. Tirei e tirei episódio, mas não consegui chegar a uma lista de cinco! Por favor, só dessa vez, deixa ser top seven, seven, seven, SEVEN, SEVEN, SEVEN?

AQUELE EM QUE ELES FICAM ACORDADOS A NOITE TODA – Cada um de um jeito, em um lugar, e por um motivo diferente, eles ficam uma noite inteira acordados! SPOILER: Ross e Joey trancados no telhado do prédio resolvem descer pela escada de incêndio. Rachel e seu novo namorado Tag, prontos para sua primeira noite juntos, começam a discutir sobre uma encomenda do trabalho não enviada, Chandler tem uma crise de insônia e decide acordar Monica para fazer sexo. Quando ele está a fim, ela tem sono, quando o sono dela acaba, ele volta a dormir. Já Phoebe passa a noite toda em guerra contra o “biiiip!” irritante de um alarme de incêndio. Ainda separados, os seis amigos são excelentes!

AQUELE COM O TATU DAS FESTIVIDADES – Tudo começa quando o Ben vai passar o natal com o Ross, e ele decide ensinar ao filho um pouco sobre a tradição do Hanukkah. Pra segurar a atenção do garoto, ele sai em busca da fantasia de Papai Noel, mas por estar perto do Natal, não encontra! Se veste então de Tatu das festividades, o HOLYDAY ARMADILLO! Pra completar a festa, Chandler consegue uma fantasia de Papai Noel e Joey se veste de Super-homem! Risadas certas!

AQUELE QUE PODERIA TER SIDO – Um episódio de Friends pra mim não precisa de muito pra ser engraçado. Basta aparecer aqueles “flashes” com cenas do passado, que tenha Ross de bigode, Chandler com cabelos esquisitos, Rachel com narigão e Monica gorduchona! Tendo isso, já ganhou minha simpatia! Esse episódio não traz flashes, mas os apresenta de forma igualmente hilária ao retratar como seria se Ross não tivesse se divorciado (a primeira vez, claro!), se Rachel tivesse casado com Barry, se Monica ainda fosse gorducha, se Joey fosse um ator de sucesso, se Chandler largasse o emprego e fosse viver de fazer piada e se Phoebe fosse uma mulher de negócios! Tão bom que teve direito a uma abertura especial!

AQUELE COM TODOS OS DIAS DE AÇÃO DE GRAÇAS – Minha prima um dia teve a ousadia de me falar que não vê graça em Friends. Fui no meu quarto, peguei o DVD desse episódio e coloquei! Ela não conseguia mais parar de ver! Além de ter alguns flashes do passado, o que pra mim é garantia de gargalhadas altas e escandalosas, conta como Monica resolveu ficar magra e como Chandler ganhou o apelido de Sir. Limps-a-Lot. Destaque para Monica com um peruzão de Ação de Graças na cabeça dançando pro Chandler perdoá-la!

AQUELE EM QUE NINGUÉM ESTÁ PRONTO – Ross vai ser homenageado em algum evento e os amigos vão prestigiá-lo. Só que faltando pouco tempo pro tal evento, ninguém está pronto! E qual a graça? A graça está em Joey entrando pela sala vestindo TODAS as roupas de Chandler ao mesmo tempo! Diz estar sem cueca e começa a se “exercitar” pra suar um pouco!

AQUELE QUE O STRIPPER CHORA – Lá no finalzinho da série, há poucos episódios do final, quando a gente assiste Friends lamentando a chegada do fim, eles lançam esse episódio que é simplesmente hilário! Além do stripper ser o Danny De Vito, fazer uma dancinha cômica, falar insanidades e chorar, Joey é convidado pra um programa de TV, tipo mega senha, mas seu QI não ajuda muito! O auge do programa, claro com flashes, acontece quando Ross e Chandler começam a relembrar os tempos de faculdade, descobrem uma promessa quebrada e as conseqüências (drásticas) dessa promessa!

AQUELE COM TODAS AS RESOLUÇÕES – Os seis amigos começam o ano fazendo as famosas resoluções de início de ano! Essas coisas que a gente sabe que são muito difíceis de cumprir, mas que prometemos por conta de toda esperança que o ano novo traz. Enfim, Chandler promete não fazer piadinhas, Rachel promete não fofocar, Monica promete limpar menos, Joey promete aprender a tocar violão (com Phoebe de professora, diga-se de passagem), Phoebe promete aprender a pilotar um avião e Ross promete fazer uma “loucura” a cada dia! Uma dessas loucuras foi usar calça skinny de couro. Só que por causa do calor, resolve tirá-la no banheiro da casa de uma namorada nova e jogar água pra refrescar, e o couro encolhe... Precisa falar mais?

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Operação Verão



Penso que cada pessoa tem que se sentir bem e feliz com seu próprio corpo, independente do que os outros falam por aí, mas a partir do momento em que o que incomoda não são os comentários, mas a própria consciência, significa que algo tem que mudar. Com urgência. E esse momento chegou pra mim! Aprendi a conviver com os apelidos e comentários carinhosos da minha mãe que me chamava de pancinha e falava que iríamos nos mudar em breve pra um galpão, pois só assim eu conseguiria passar pelas portas (sim, delicada como um coice), mas nos meados de junho eu já não me sentia bem. Independente dos comentários dela. Independente dos padrões (???) impostos pelas globais e roliúdianas. Foi quando procurei uma nutricionista e comecei a freqüentar as aulas de spinning e hoje, apesar de não ter chegado ao meu objetivo final, estou plenamente satisfeita comigo mesma!

Mas desde o início do mês passado venho notando um fenômeno acontecendo na academia: a aula de spinning, que costumava ter vagas de sobra, hoje é disputada! Se não chego com 20 minutos de antecedência, fico sem bicicleta. E o mesmo acontece nas outras aulas de ginástica, no salão da musculação e na sala de pilates: SUPER LOTAÇÃO!

As pessoas, preocupadas com a chegada do verão, o peso e a exposição do corpo nas praias e clubes, ao invés de tomarem atitudes como a que tomei, ou seja, optar por hábitos saudáveis de alimentação e exercícios ao longo do ano, procuram desesperadamente por meios rápidos de emagrecer com dietas loucas e prática de exercícios exagerados, que podem (e muitas vezes irão mesmo) causar prejuízos à saúde.

Isso demonstra que as pessoas ligam tão-somente pra opinião alheia, que não se trata de saúde ou bem estar, mas de exibicionismo. Sinto que em março todas irão se debandar! Mas voltam novamente no fim do ano! Já quem opta por fazer a manutenção durante o ano ainda tem a regalia de cometer uma “extravagância” nas festas de fim de ano, justamente quando os malhadores veranistas estão de dieta!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Esse barulho vicia



Quem se lembra quando eu disse que é muito difícil encontrar um CD em que todas as músicas vão conseguir agradar a pessoa? Eu mesma só consegui me lembrar do CD de Jack Johnson – In between dreams, e pra pagar língua, essa semana achei um CD que conseguiu não só me agradar por completo, mas viciar!

Trata-se do CD Em tempo de crise nasceu a canção, das Chicas, uma banda de MPB formada por Isadora Medella, Amora Pêra, Fernanda Gonzaga e Paula Leal, quatro mulheres (duas delas filhas de Gonzaguinha) que se encontraram numa escola de artes do Rio de Janeiro e se uniram pra fazer a trilha sonora da peça de teatro “As fulanas”. Quando a peça acabou, não quiseram deixar aquela criação de lado. E ainda bem que não deixaram!

A sonoridade incrível que a junção das quatro vozes forma, as poesias recitadas e a mistura de instrumentos inusitados como violino e zabumba, violoncelo e pandeiro ou gaita e violão garantem arranjos impressionantes que me encantaram! E ao contrário dos CDs convencionais, em que pulamos algumas músicas até chegar em alguma que nos agrade, não deixo passar nenhuma canção desse!

Deixo aqui mais que a dica ou a recomendação: deixo uma obrigação! Quem quer ouvir música boa, ouça CHICAS!

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